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quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

informativo ami 206 janeiro 2019

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"QUANDO VEIO A PLENITUDE DOS TEMPOS, DEUS ENVIOU SEU FILHO"(Gl4,4)

PALAVRA DE DEUS (Lc.2,1-21)
"1.Naqueles tempos, apareceu um decreto de César Augusto, ordenando o recenseamento de toda a terra. 2.Esse recenseamento foi feito antes do governo de Quirino, na Síria. 3.Todos iam alistar-se, cada um na sua cidade. 4.Também José subiu da Galileia, da cidade de Nazaré, à Judeia, à Cidade de Davi, chamada Belém, porque era da casa e família de Davi, 5.para se alistar com a sua esposa, Maria, que estava grávida. 6.Estando eles ali, completaram-se os dias dela. 7.E deu à luz seu filho primogênito, e, envolvendo-o em faixas, reclinou-o num presépio; porque não havia lugar para eles na hospedaria. 8.Havia nos arredores uns pastores, que vigiavam e guardavam seu rebanho nos campos durante as vigílias da noite. 9.Um anjo do Senhor apareceu-lhes e a glória do Senhor refulgiu ao redor deles, e tiveram grande temor. 10.O anjo disse-lhes: “Não temais, eis que vos anuncio uma Boa-Nova que será alegria para todo o povo: 11.hoje vos nasceu na Cidade de Davi um Salvador, que é o Cristo Senhor. 12.Isto vos servirá de sinal: achareis um recém-nascido envolto em faixas e posto numa manjedoura”. 13.E subitamente ao anjo se juntou uma multidão do exército celeste, que louvava a Deus e dizia: 14.“Glória a Deus no mais alto dos céus e na terra paz aos homens, objetos da benevolência (divina).” 15.Depois que os anjos os deixaram e voltaram para o céu, falaram os pastores uns com os outros: “Vamos até Belém e vejamos o que se realizou e o que o Senhor nos manifestou”. 16.Foram com grande pressa e acharam Maria e José, e o menino deitado na manjedoura. 17.Vendo-o, contaram o que se lhes havia dito a respeito deste menino. 18.Todos os que os ouviam admiravam-se das coisas que lhes contavam os pastores. 19.Maria conservava todas essas palavras, meditando-as no seu coração. 20.Voltaram os pastores, glorificando e louvando a Deus por tudo o que tinham ouvido e visto, e que estava de acordo com o que lhes fora dito. 21.Completados que foram os oito dias para ser circuncidado o menino, foi-lhe posto o nome de Jesus, como lhe tinha chamado o anjo, antes de ser concebido no seio materno."

MENSAGEM «URBI ET ORBI»
DO PAPA FRANCISCO
NATAL 2018
 Queridos irmãos e irmãs, feliz Natal!
A vós, fiéis de Roma, a vós, peregrinos, e a todos vós que, das mais variadas partes do mundo, estais sintonizados conosco, renovo o jubiloso anúncio de Belém: «Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens do seu agrado» (Lc 2, 14).
Como os pastores, os primeiros que acorreram à gruta, ficamos maravilhados com o sinal que Deus nos deu: «Um menino envolto em panos e deitado numa manjedoura» (Lc 2, 12). Em silêncio, ajoelhamo-nos e adoramos.
E que nos diz aquele Menino, nascido, para nós, da Virgem Maria? Qual é a mensagem universal do Natal? Diz-nos que Deus é um Pai bom, e nós somos todos irmãos.
Esta verdade está na base da visão cristã da humanidade. Sem a fraternidade que Jesus Cristo nos concedeu, os nossos esforços por um mundo mais justo ficam sem fôlego, e mesmo os melhores projetos correm o risco de se tornar estruturas sem alma.
Por isso, as minhas boas-festas natalícias são votos de fraternidade.
Fraternidade entre pessoas de todas as nações e culturas.
Fraternidade entre pessoas de ideias diferentes, mas capazes de se respeitar e ouvir umas às outras.
Fraternidade entre pessoas de distintas religiões. Jesus veio revelar o rosto de Deus a todos àqueles que o procuram.
E o rosto de Deus manifestou-se num rosto humano concreto. Apareceu, não sob a forma dum anjo, mas dum homem, nascido num tempo e lugar concretos. E assim, com a sua encarnação, o Filho de Deus indica-nos que a salvação passa através do amor, da hospitalidade, do respeito por esta nossa pobre humanidade que todos compartilhamos numa grande variedade de etnias, línguas, culturas... mas todos irmãos em humanidade!
Então, as nossas diferenças não constituem um dano nem um perigo; são uma riqueza. Como no caso dum artista que queira fazer um mosaico: é melhor ter à sua disposição ladrilhos de muitas cores, que de poucas.
A experiência da família no-lo ensina: irmãos e irmãs são diferentes um do outro e nem sempre estão de acordo, mas há um laço indissolúvel que os une, e o amor dos pais ajuda-os a quererem-se bem. O mesmo se passa com a família humana, mas, nesta, é Deus o «pai», o fundamento e a força da nossa fraternidade.
Que este Natal nos faça redescobrir os laços de fraternidade que nos unem como seres humanos, interligando todos os povos. Permita a Israelitas e Palestinenses retomar o diálogo e embocar um caminho de paz que ponha fim a um conflito que, há mais de setenta anos, dilacera a Terra escolhida pelo Senhor para nos mostrar o seu rosto de amor.
O Menino Jesus permita, à amada e atormentada Síria, reencontrar a fraternidade depois destes longos anos de guerra. Que a Comunidade Internacional trabalhe com decisão para uma solução política que anule as divisões e os interesses de parte, de modo que o povo sírio, especialmente aqueles que tiveram de deixar as suas terras e buscar refúgio noutro lugar, possa voltar a viver em paz na sua pátria.
Penso no Iêmen com a esperança de que a trégua mediada pela Comunidade Internacional possa, finalmente, levar alívio a tantas crianças e às populações exaustas pela guerra e a carestia.
Penso depois na África, onde há milhões de pessoas refugiadas ou deslocadas e precisam de assistência humanitária e segurança alimentar. O Deus Menino, Rei da paz, faça calar as armas e surgir uma nova aurora de fraternidade em todo o Continente, abençoando os esforços de quantos trabalham para favorecer percursos de reconciliação a nível político e social.
O Natal robusteça os vínculos fraternos que unem a península coreana e consinta de prosseguir no caminho de aproximação empreendido para se chegar a soluções compartilhadas que a todos assegurem progresso e bem-estar.
Este tempo de bênção permita à Venezuela reencontrar a concórdia e, a todos os componentes da sociedade, trabalhar fraternalmente para o desenvolvimento do país e prestar assistência aos setores mais vulneráveis da população.
O Senhor recém-nascido leve alívio à amada Ucrânia, ansiosa por reaver uma paz duradoura, que tarda a chegar. Só com a paz, respeitadora dos direitos de cada nação, é que o país poderá recuperar das tribulações sofridas e restabelecer condições de vida dignas para os seus cidadãos. Solidário com as comunidades cristãs daquela Região, rezo para que possam tecer relações de fraternidade e amizade.
Que, diante do Menino Jesus, se redescubram irmãos os habitantes da querida Nicarágua, para que não prevaleçam as divisões e discórdias, mas todos trabalhem para favorecer a reconciliação e, juntos, construir o futuro do país.
Desejo lembrar os povos que sofrem colonizações ideológicas, culturais e econômicas, vendo dilaceradas a sua liberdade e identidade, e que sofrem por causa da fome e da carência de serviços educativos e sanitários.
Penso de modo particular nos nossos irmãos e irmãs que celebram a Natividade do Senhor em contextos difíceis, para não dizer hostis, especialmente onde a comunidade cristã é uma minoria, por vezes frágil ou desconsiderada. Que o Senhor lhes conceda, a eles e a todas as minorias, viver em paz e ver reconhecidos os seus direitos, sobretudo a liberdade religiosa.
O Menino pequenino e com frio, que hoje contemplamos na manjedoura, proteja todas as crianças da terra e todas as pessoas frágeis, indefesas e descartadas. Possamos todos nós receber paz e conforto do nascimento do Salvador e, sentindo-nos amados pelo único Pai celeste, reencontrarmo-nos e vivermos como irmãos!
Fonte: www.vatican.va


MEDJUGORJE, 25/12/2018:
Queridos filhos! EU estou levando para vocês o MEU FILHO JESUS que é o REI DA PAZ. ELE lhes dá a paz e que ela possa ser não somente para vocês, mas, filhinhos, levem-na para os outros em alegria e humildade. EU estou com vocês e estou rezando por vocês neste tempo de graça que DEUS deseja dar a vocês. A MINHA Presença é um sinal de amor aqui enquanto EU estou com vocês para protegê-los e levá-los para a eternidade. Obrigada por terem respondido ao MEU Chamado. (Mensagem recebida por Marija)

“Queridos filhos !
Neste dia cheio de graça, de modo particular os convido ao amor. Filhinhos, Deus os ama com um Amor Imenso e por isso filhinhos, cheios de confiança não olhem para trás, mas sem medo deem a ELE os seus corações, de modo que DEUS os preenche com o SEU AMOR.
Não tenham medo de acreditar em Seu Amor e na Sua Misericórdia, porque o Seu Amor é mais forte que qualquer fraqueza ou medo de vocês.
Por isso, filhos Meus, cheios de amor em seus corações tenham confiança em Jesus e digam a ELE o seu SIM, porque ELE é o único caminho que os leva ao PAI ETERNO”. (Mensagem recebida por Ivan)
Nota: A Igreja ainda não se pronunciou definitivamente a respeito das aparições de Medjugorje.
Fonte: www.medjugorje.com.br

Oração de Natal
Pai celeste, fonte de toda bondade, nós Te damos graças pois na Tua misericórdia nos conduziste a rememorar o dia glorioso do nascimento de Teu Filho e nos concedes vê-lo com os olhos da nossa fé.
Que imensa alegria! Nascido para nós, ricos ou pobres, ele nos oferece dons maravilhosos. Ele se fez Filho do homem para que nos tornemos filhos e filhas de Deus.
Deus eterno, que o firmamento cante o teu louvor e que a paz na terra nos seja concedida.
Jesus Cristo, nosso Salvador, como podemos te dar graças pelo teu amor infinito?
Acolhe o louvor reconhecido dos nossos corações! Ilumina-nos com o teu Espírito Santo para que não esqueçamos que é pela graça de Deus que somos salvos e ajuda todos os homens e mulheres a rejeitar as paixões ímpias deste mundo. Assim, seremos transformados e nossas vidas serão retas e cumuladas pela tua presença. Amém.
Juraj Tranovský






SANTA MARIA CRISTINA DO SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS, Virgem e Fundadora


Adelaide Brando nasceu no dia 1º de maio de 1856, numa família com boa situação financeira. O pai, homem muito respeitado, ocupava um importante cargo num Banco da cidade. Aos doze anos, na noite de Natal, ajoelhada diante do Menino Jesus, ela se consagrou a Deus com um voto de perpétua virgindade. Quando desejou ser uma Sacramentina encontrou oposição do seu pai, que depois a abençoou e permitiu que se juntasse à sua irmã Maria Pia, uma Clarissa do mosteiro das Fiorentinas, em Nápoles.

       Mas, uma grave doença a fez regressar para casa duas vezes. Uma vez curada, em 1875, ingressou na Congregação das Sacramentinas. Um ano depois tomou o hábito e tomou o nome de Maria Cristina da Imaculada Conceição. Porém tornou a adoecer e foi forçada a deixar o caminho que havia iniciado com tanto fervor.
        A esta altura pôde perceber que tinha chegado o momento de criar uma família religiosa. Assim, no ano de 1878, enquanto morava no pensionato junto às Teresianas de Torre del Greco, lançou os fundamentos da Congregação das Irmãs Vítimas Expiadoras de Jesus Sacramentado, que cresceu rapidamente apesar das escassas economias e das oposições, sem falar da precária saúde da Fundadora.
Depois de ter passado por várias sedes, seguindo os conselhos dos seus diretores espirituais, Pe. Michelangelo de Marigliano e Beato Ludovico de Casoria, a comunidade se transferiu para Casoria, não muito distante de Nápoles.
        A nova Congregação encontrou muitas dificuldades, mas conseguiu se manter com a ajuda da Divina Providência e de muitos benfeitores e sacerdotes, dentre os quais se sobressai o Pe. Domenico Maglione. A Congregação se enriqueceu com novos membros e casas, sempre testemunhou uma grande devoção para com a Eucaristia e primou pelo constante empenho e cuidado na educação de meninos e meninas.
         No ano de 1897, Maria Cristina emitiu os votos temporários; no dia 20 de julho de 1903 a Congregação obteve a aprovação canônica da Santa Sé; e no dia 2 de novembro do mesmo ano a Fundadora, junto com muitas irmãs, emitiu a profissão perpétua.
       Ela viveu com generosidade, com perseverança e alegria espiritual a sua consagração e assumiu o encargo de superiora geral com humildade, prudência e amabilidade, dando exemplos contínuos de fidelidade a Deus e à vocação, trilhando o caminho da santidade.
         Madre Maria Cristina adoeceu gravemente em 14 de janeiro de 1906, entregando sua bela alma a Deus no dia 20 de janeiro, aos 50 anos de idade. Assim como viveu, morreu, sem prodígios, mas com um semblante sereno que significava a vontade de Jesus Cristo totalmente cumprida.
         A Congregação por ela fundada em Nápoles se espalhou pela Itália e muitos outros países, com suas filhas empenhadas hoje como ontem no árduo caminho da virtude, sendo guiadas pela luminosidade do seu exemplo.
         O papa João Paulo II a beatificou em 27 de abril de 2003, em Roma, indicando sua festa para o dia de sua morte. No dia 17 de setembro de 2014, o Papa Francisco promulgou o decreto para sua canonização.



   
Corpo incorrupto da santa.



         Entre os fragmentos que nos restam de sua autobiografia, escrita por obediência ao diretor espiritual, podemos ler:
         “A finalidade principal desta obra é a reparação dos ultrajes que recebe o Sagrado Coração de Jesus no Santíssimo Sacramento, especialmente as irreverências e desprezo, as comunhões sacrílegas, os sacramentos recebidos sem preparação, as Santas Missas pessimamente escutadas e o que mais amargamente traspassa este Coração Santíssimo é que muitos dos seus ministros e muitas pessoas a Ele consagradas se reúnem a esses desconhecidos e mais ainda ferem o seu Coração (...) às Perpétuas Adoradoras, o divino Coração de Jesus quis confiar o caro e sublime encargo de Vítimas de perpétua adoração e reparação ao Seu Divino Coração horrivelmente ofendido e ultrajado no Santíssimo Sacramento do amor (...) Às Perpétuas Adoradoras de vida mista (...) o Sagrado Coração de Jesus confia o caro encargo de Vítimas da Caridade e da reparação; da caridade, porque nos vem confiado o cuidado das meninas”.
Giovani Carvalho Mendes
http://www.santosebeatoscatolicos.com





A EXTRAORDINÁRIA CONVERSÃO DE CLAUDE NEWMAN
Claude nasceu em uma família pobre de Arkansas em 1923. Criado por sua avó, vê quando tinha 16 anos que para sua desgraça a avó se casa com um homem que a maltratava, Sid Cook. Cook e a avó se separam. Amargurado pelo ressentimento, ao ter 19 anos Claude espera Sid em sua casa, o mata, lhe rouba e foge, sendo detido depois e em seguida condenado à morte na cadeira eléctrica, no Mississippi. A pena de morte deveria ser executada no dia 14 de maio de 1943, mas foi adiada para o dia 20 de janeiro de 1944.
Claude compartilha a cela com quatro prisioneiros. Um deles portava uma medalha que começou a chamar a atenção de Claude: era a medalha milagrosa. Claude a obtêm e a pendura no pescoço. Essa noite alguém lhe toca o pulso e o desperta. Ele então vê "a mulher mais linda que Deus criou", segundo relato de seu confessor, o Padre Robert O'Leary.
Começa então o processo de conversão de Claude. Assim o conheceu o Padre O'Leary. Tanto Claude como seus companheiros de cela pediram formação católica. Mas era necessário começar do zero. Não apenas por não conhecer nada da Fé, mas porque sequer sabia ler e escrever. Entretanto o trabalho de catequese começou, por parte do Padre O'Leary, e também de duas religiosas que ajudavam nesse labor.
Um dia tinha que falar da confissão. Qual não seria a surpresa dos catequistas, ao escutar a excelente explicação que sobre esse sacramento de redenção deu Claude: "Ei, eu sei disso. Nossa Senhora me disse que quando nos confessamos não nos ajoelhamos diante de um sacerdote, mas nos ajoelhamos diante da Cruz de seu Filho. E que se de verdade nos dói ter pecado e confessamos nossos pecados, o sangue que seu Filho verteu desce sobre nós e nos lava, livrando-nos de todos os pecados".
Para confirmar que esses conhecimentos haviam sido adquiridos de forma extraordinária, Claude revelou ao Padre O'Leary um segredo, algo que inclusive ele havia se esquecido: "Ela me disse que se você duvidasse da minha palavra ou se mostrasse hesitante, eu devia recordar-lhe que você, quando estava na Holanda em 1940, fez um voto que ainda não cumpriu". Comentou o sacerdote que Claude lhe detalhou o voto, que era que o sacerdote havia se comprometido com Nossa Senhora em erigir uma igreja em honra de sua Imaculada Conceição, o que mais tarde se tornou realidade em Clarksdale, Mississippi, em 1947.

A Mãe de Deus também instruiu a Claude na hóstia sacrossanta: "Nossa Senhora me disse que na comunhão eu só verei o que parece ser um pedaço de pão. Mas me contou que na realidade isso é verdadeira e realmente seu Filho, e que Ele estaria comigo como esteve com ela antes de nascer em Belém. Me disse que devia dedicar meu tempo, como ela fez durante sua vida, a estar com Ele, amando-lhe e adorando-lhe, dando-lhe graças, louvando-lhe e pedindo-lhe bênçãos".

Preparado por um cuidadoso catecismo que completou a instrução recebida pela própria Mãe de Deus, Claude e companheiros receberam o Batismo no dia 16 de janeiro de 1944. Quatro dias depois seria executado.
Ao ser perguntado sobre seu último pedido, Claude respondeu já como homem de Fé firme: "Meus amigos e os carcereiros, estão comovidos. Mas não entendem. Não vou morrer, só este corpo morrerá. Estarei com Nossa Senhora. De modo que gostaria de fazer uma festa. Você permitiria ao Padre O´Leary trazer bolos e sorvete, e autorizaria que os prisioneiros do segundo andar viessem ao salão principal para que todos possamos estar juntos e celebrá-lo?". E assim se fez uma festa católica.
Mas antes da execução chegou um adiantamento da sentença, decretado pelo governador do Estado, notícia que causou tristeza em Claude. "Não o entendeis! Se tivessem visto o rosto de Nossa Senhora e olhado os seus olhos, não quererias ficar neste mundo mais um dia. Que fiz eu de mau nestas últimas semanas para que Deus me negue deixar este mundo?".
Entretanto, alguma razão haveria que ter o céu para ter querido postergar o encontro de Claude com a corte celestial. Qual seria? A conversão de um preso, alguém que odiava a Claude, alguém que havia matado um policial e que também estava condenado à morte, James Hughes.



"Quiçá Nossa Senhora quer que tu ofereças este sacrifício de ter que esperar duas semanas para estar com ela pela conversão de Hughes. Por que não ofereces a Deus cada momento em que permanecerás separado de tua Mãe do Céu pela conversão deste prisioneiro, para que não esteja separado de Deus por toda a eternidade?", lhe disse o Padre O'Leary a Claude. Claude ofereceu seus sofrimentos, em benefício da alma de Hughes.
Claude finalmente cumpriu sua sentença de morte no dia 04 de fevereiro de 1944. Todos estavam surpresos com a serenidade e a alegria deste prisioneiro a caminho do cadafalso. Mas sobretudo estavam surpresos os que não conheciam de perto sua história. Uma história que seguiu com a conversão de Hughes, que morreu também na cadeira elétrica três meses depois de Claude, confessando "ao Senhor Jesus Cristo hoje aqui ante o homem. Que Ele tenha piedade de minha alma, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo".

A execução de Claude
      Durante as duas semanas de indulto, Claude generosamente ofereceu seus sacrifícios e orações por seu companheiro prisioneiro, o réprobo James Hughs. Duas semanas depois, Claude foi finalmente morto pela cadeira elétrica em 4 de fevereiro de 1944.
      Sobre a santa morte de Claude, o Padre O'Leary testemunhou: “Nunca vi ninguém ir para a morte com alegria e felicidade. Mesmo as testemunhas oficiais e os repórteres do jornal ficaram maravilhados. Eles disseram que não entendiam como alguém podia sentar-se na cadeira elétrica radiante de felicidade”.
     Suas últimas palavras para o Padre O'Leary foram: "Padre, eu me lembrarei do Sr. E sempre que tiver um pedido, peça-me e eu vou pedir a Ela”.

A milagrosa conversão e execução do prisioneiro James Hughs


     Três meses depois, em 19 de maio de 1944, o homem branco por quem Claude tinha oferecido seu sacrifício, deveria ser executado. O Padre O'Leary disse: "Este homem era a pessoa mais imunda que eu já havia encontrado. Seu ódio a Deus e a tudo que fosse espiritual é difícil de descrever".
     Ele não permitia um sacerdote ou um clérigo em sua cela. Pouco antes de sua execução, o médico do condado suplicou que pelo menos ele se ajoelhasse e rezasse o "Pai Nosso" antes que o xerife viesse buscá-lo. O prisioneiro cuspiu no rosto do médico!
     Quando ele foi preso na cadeira elétrica, o xerife disse a ele: "Se você tem algo a dizer, diga agora". James Hughs começou a blasfemar. De repente, ele parou de falar e seus olhos se fixaram num canto da sala, teve um olhar de surpresa rapidamente seguido por um grande horror, e ele gritou: "Xerife, me chame um padre!"
     O Padre O'Leary estava na sala, porque naquela época a lei do Mississippi exigia que um clérigo estivesse presente nas execuções. O sacerdote, no entanto, tinha se escondido atrás de alguns repórteres porque o condenado ameaçava amaldiçoar Deus se ele visse um clérigo.
     Ao ouvir o seu pedido, o Padre O'Leary imediatamente foi até o condenado. As pessoas saíram da sala e ele ouviu a confissão do homem. James disse que era católico, mas se afastou de sua religião quando tinha 18 anos por causa de sua vida imoral. Ele confessou todos os seus pecados com profundo arrependimento e fervor intenso.
     Quando todos voltaram para a sala, o xerife perguntou ao padre: "Padre, o que o fez mudar de ideia?"
     "Eu não sei", disse o Padre O'Leary, "não perguntei a ele".
     O xerife disse: "Bem, eu não vou dormir hoje à noite se eu não lhe perguntar". O xerife foi ao condenado e perguntou: "Filho, o que fez você mudar de ideia?"
     O prisioneiro respondeu: "Lembra-se daquele homem negro, Claude - aquele que eu odiava tanto? Bem, ele estava parado ali [e ele apontou], naquele canto. E atrás dele, com as mãos sobre os ombros dele, estava a Santíssima Virgem Maria. E Claude me disse: ‘Ofereci minha morte em união com Cristo na Cruz para a sua salvação. Ela obteve para você este dom de ver seu lugar no inferno se você não se arrepender’. E foi-me mostrado meu lugar no inferno, e é por isso que eu gritei".
     James Hughs foi executado como previsto, mas a aparição celestial de Nossa Mãe Santíssima com Claude Newman e a visão subsequente do inferno converteram instantaneamente sua alma nos últimos momentos de sua vida.
     Mais uma vez, o simples uso da Medalha Milagrosa atraiu o olhar de Nossa Mãe, e salvou não só uma, mas muitas almas naquela prisão do Mississippi.
Fontes: sites “Gaudium Press” e “Heroínas da Cristandade”




BICENTENÁRIO DE “NOITE FELIZ”

Noite silenciosa, noite sagrada
Noite silenciosa, noite santa,
Todos dormem, acordo solitário
Só os fiéis, e o santo par.
Santo bebê tão meigo e suave,
Dorme em paz celestial,
Dorme em paz celestial!

Noite silenciosa, noite santa,
Os pastores fizeram bem!
Pelos anjos Aleluia
Parece alto de perto e de longe:
Cristo, o Salvador nasceu!
Cristo, o Salvador nasceu!

Noite silenciosa, noite santa!
Filho de Deus, como rir
O amor de seu rosto santo,
parece-nos como a aurora da graça redentora,
Cristo, seu nascimento!
Cristo, seu nascimento!

Noite silenciosa, noite santa,
trouxe a salvação para o mundo,
Das alturas do céu "de ouro”,
Nós contemplamos a graça de Sua,
Jesus em forma humana!
Jesus em forma humana!

Noite silenciosa, noite santa,
Se hoje todo o poder
amor paterno derramado,
E como um irmão adotado,
Jesus, os povos do mundo!
Jesus, os povos do mundo!

Noite silenciosa, noite santa,
nós há muito O esperávamos,
quando o Senhor o livra da ira
do Pai de longínquos tempos
Prometida para poupar em todo o mundo!
Prometida para poupar toda a humanidade!
(Tradução literal da letra original)

Obernorf, pequena aldeia austríaca à beira do rio Salzbach, região de Salzburg, véspera do Natal de 1818.

O padre Joseph Mohr estava desesperado porque o órgão da capela havia quebrado. A cantata de Natal seria um fiasco. Logo no primeiro Natal naquela paróquia. Pediu orientação a Deus e se lembrou que dois anos antes havia escrito um poema simples, também na véspera de Natal, após uma caminhada pelos bosques das montanhas da região.

Encontrou o manuscrito do poema em uma gaveta da sacristia. Correu para a casa de um professor e músico humilde, chamado Franz Gruber e lhe perguntou se poderia musicar sua letra para que todos a pudessem cantar logo mais à noite, na missa do Galo.

Franz olhou e disse que sim, porque a letra era simples e permitiria uma melodia fácil. Mas teria de ser tocada no violão porque não haveria tempo para algo mais elaborado. Não era um problema porque não havia órgão disponível.

O padre Mohr agradeceu e correu de volta para terminar de organizar os detalhes da missa.
À noite, Franz Gruber chegou na capela com o violão e reuniu o coral para ensinar o hino improvisado.

QUE MÚSICA ERA, AFINAL?

Stille Nacht(noite silenciosa, no original alemão) traduzida para o português como Noite Feliz.

Naquela noite de Natal de 1818, os participantes da missa da capela de Oberndorf cantaram maravilhados aquele hino tão singelo e profundo que viria a se tornar a canção natalina mais conhecida do mundo, sendo hoje cantada em mais de 50 idiomas.

COMO ELA SE ESPALHOU?

Semanas depois, o técnico que veio consertar o órgão ouviu a história e pediu para tocar a música.
Ficou impressionado com a riqueza melódica da composição que decidiu difundi-la por todas as igrejas por onde passava, até que chegou aos ouvidos do rei Friedrich Wilhelm IV da Prússia, a Nova Iorque em 1838 e difundida de forma ativa também pela emigração alemã que era corrente naquela época.

Está é a história do Hino Natalino Noite Feliz. O que começou como um momento de pânico e perspectiva de um fiasco, terminou como um eterno presente de Natal para toda a Humanidade em forma de música.
Fontes: profgleidistone.blogspot.com e
harmoniasangreal.blogspot.com






O ESCAPULÁRIO VERDE


Justine Bisqueyburu
nasceu em Mauléon, França e viveu com a irmã de sua mãe.
Durante o seu retiro de preparação para a entrada na congregação das Filhas da Caridade, em 28 de janeiro de 1840 Irmã Justine foi na capela de Rue du Bac, em Paris. Enquanto ela estava em oração Nossa Senhora lhe apareceu, vestida com um longo vestido branco e um manto azul, o cabelo dela não era coberto. Mostrava seu Imaculado Coração. Nossa Senhora não disse nada. No final do retiro Nossa Senhora apareceu a Irmã Justine novamente e a visão retornou cinco vezes durante o seu noviciado. Em cada ocasião, a visão era idêntica à primeira, em cada ocasião, Nossa Senhora não disse nada.

Em 8 de setembro de 1840, festa da Natividade da Virgem Maria, Irmã Justine estava em Blangy, a Mãe de Deus lhe apareceu durante a oração: tinha na mão direita um coração em chamas e na esquerda, um pequeno escapulário de tecido verde. Em um dos lados estava a imagem da Santíssima Virgem; no outro, um coração inflamado de raios mais brilhantes que o sol e transparentes como cristal, segundo as próprias descrições da vidente, o qual estava transpassado por uma espada. Ao redor, havia uma inscrição em forma ovalada, coroada por uma cruz dourada e que dizia o seguinte: “Coração Imaculado de Maria, rogai por nós, agora e na hora da nossa morte”. Ao mesmo tempo uma voz interior lhe explicava o sentido: compreendeu que esta imagem devia contribuir para a conversão de muitas almas, particularmente no momento em que tudo pareceria perdido, para assegurar assim uma boa morte.
A própria Mãe de Deus disse à irmã Justina que podia ser bento, com o sinal da Cruz, por qualquer sacerdote e depois qualquer pessoa o poderia distribuir. Pode-se levá-lo pendurado ao pescoço, na carteira, ou no bolso… No caso dos pecadores ou doentes que não o aceitam, se pode deixar o escapulário, ainda que eles não o saibam, na sua roupa, na sua cama ou no seu quarto.
Pode-se rezar a cada dia: “Coração Imaculado de Maria, rogai por nós, agora e na hora da nossa morte”. Se esta jaculatória não for dita pela própria pessoa, outra pode rezar por ela.
Muitas e extraordinárias conversões, mesmo de casos desesperados, estão unidas a esta devoção, mas estas graças são maiores ou menores conforme o grau de confiança que a acompanham, simbolizadas pelos raios desiguais que rodeavam o Coração.
Justine disse seu superior sobre as visões e, posteriormente, seu diretor espiritual, Jean-Marie Aladel, CM. O Escapulário Verde foi aprovado por Pope Pius IX em 1870.

Para o fim de sua vida, Irmã Justine mantido silêncio sobre essas visões, ela só falou com seu superior e seu diretor espiritual.
Fontes: www.

espacojames.com.br e http://osegredodorosario.blogspot.com






Bebê declarado com morte cerebral sobrevive milagrosamente e completa 15 meses
Os pais de Kaleb chegaram a se despedir do bebê, mas ele contrariou as expectativas dos médicos, sobreviveu e agora completa 15 meses
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Quando tinha apenas 10 dias de vida, o pequeno Kaleb Crook, ao que tudo indicava, já tinha chegado ao ponto final de sua história. Seus pais, Becki e Phil, se despediram dele e os aparelhos que mantinham seu corpo vivo foram desligados depois de ter sido declarada a sua morte cerebral, causada por uma lesão devida à privação de oxigênio. Mas agora, 15 meses depois, Kaleb está vivo e se prepara para comemorar o primeiro Natal na casa da família em Leicestershire, na Inglaterra.
Em entrevista ao Daily Mail, a mãe lembra da “despedida”: “Kaleb deu um leve aperto no meu dedo e me olhou, como se quisesse dizer: ‘Tudo vai ficar bem, mamãe’”. O problema da falta de oxigênio e dos consequentes danos cerebrais havia sido diagnosticado já durante a gestação. Quando Becki deu à luz Kaleb eles rapidamente notaram que o bebê estava pálido e não respirava. Ele nasceu na própria casa da família após Becki entrar subitamente em trabalho de parto. “Ele foi conectado aos aparelhos ao chegar no hospital, e os médicos disseram que encontraram mínima atividade cerebral e que não havia muitas esperanças”, lembra a mãe.
Disseram que sua condição era “incompatível com a vida”, mas ela já tem 35 anos, trabalha e é casada
Becki e Phil não conseguiam acreditar no desfecho da gravidez que havia sido perfeita. “Não havia nada que nós pudéssemos fazer por ele”, desabafa Becki. O casal então precisou se preparar para desligar os aparelhos após os médicos revelarem que Kaleb tinha sofrido um dano cerebral catastrófico e que morreria imediatamente. Mas contrariando as probabilidades, o menino sobreviveu.
Agora a família se preparara para comemorar seu primeiro Natal com Kaleb. “É um Natal que nós nunca esperamos comemorar, porque agora nosso bebê pode estar com a gente, experimentando as alegrias da vida, contrariando todas as previsões”, alegra-se a mãe. Apesar da severa lesão cerebral e de suas necessidades complexas, ele adora sorrir, especialmente quando escuta a voz da irmã, contam os pais que estão esperançosos com o desenvolvimento do filho nos próximos anos. “Ninguém sabe o que o futuro reserva para o Kaleb, mas no momento ele está escolhendo a vida todos os dias, desafiando todos os diagnósticos. Ele é um milagre vivo”, completa Becki.
Fonte: www.semprefamilia.com.br






O segredo da cidade bósnia onde jamais houve um divórcio

Pense em famílias que não se separam. Pense na ausência de crianças machucadas ou corações dilacerados.
Pense num mundo sem divórcio. Pense em famílias que não se separam. Pense na ausência de crianças machucadas ou corações dilacerados.
O casamento é a vocação mais desafiadora que existe, e o divórcio está aumentando em toda parte. Mas há uma cidadezinha na Europa que é uma exceção – uma notável exceção – a esta estatística perturbadora.
Na cidade de Siroki-Brijeg, na Bósnia e Herzegovina, nenhum divórcio ou família separada jamais foi registrado entre os seus mais de 26 mil habitantes! Qual seria o segredo de seu sucesso?
(Nota do autor: algumas fontes dizem que a população de Siroki-Brijeg é de somente 13 mil pessoas – e quase 100% católica! Mas, após pesquisar mais a fundo, creio que o número real de habitantes seja mais que o dobro desse valor).
A resposta é a bela tradição matrimonial do povo croata de Siroki-Brijeg. Na verdade, a tradição croata de casamento está começando a chegar ao resto da Europa e aos Estados Unidos, especialmente entre católicos devotos que perceberam as bênçãos que ela confere!
O povo de Siroki-Brijeg sofreu cruelmente durante séculos, pois a sua fé cristã sempre foi ameaçada: primeiro, pelos turcos muçulmanos; depois, pelos comunistas. Eles aprenderam, por experiência própria, que a fonte da salvação chega através da Cruz de Cristo. Ela não chega através da ajuda humanitária, dos tratados de paz ou dos planos de desarmamento – ainda que essas coisas possam trazer benefícios limitados.
Essas pessoas possuem uma sabedoria que não permite que elas sejam ludibriadas nas questões de vida e morte. É por isso que elas conectaram indissoluvelmente o casamento à Cruz de Cristo. Elas fundamentaram o casamento, que gera a vida humana, sobre a Cruz, que gera a vida divina.
Quando os noivos vão à igreja para se casar, carregam um Crucifixo com eles. O padre abençoa o Crucifixo e, em vez de dizer que os noivos encontraram o parceiro ideal com quem dividirão as suas vidas, ele diz: “Vocês encontraram a sua Cruz! É uma Cruz para ser amada, para ser carregada com vocês. Uma Cruz que não é para ser descartada, mas para ser guardada no coração”.
Quando o casal faz os votos matrimoniais, a noiva coloca a sua mão direita sobre o Crucifixo, e o noivo coloca a sua mão direita por cima da dela. Eles são unidos entre si e unidos à Cruz. O padre cobre as suas mãos com a estola, enquanto eles fazem as suas promessas de amar um ao outro na alegria e na tristeza, proclamando fielmente os seus votos de acordo com os ritos da Igreja.
Depois, os dois beijam primeiro a Cruz, e não um ao outro. Se um abandonar o outro, ele abandona o Cristo na Cruz. Eles perdem Jesus! Após a cerimônia, os recém-casados atravessam a porta de casa para entronizar aquele mesmo Crucifixo num lugar de honra. Ele se torna o ponto de referência de suas vidas, e o local de oração da família. O jovem casal crê firmemente que a família nasce da Cruz.
Nos tempos de dificuldade e de desentendimento, os quais surgem em todos os relacionamentos humanos em algum momento, não é ao astrólogo, ao advogado ou ao terapeuta de casal a quem eles imediatamente recorrem. Eles se voltam para a Cruz. Eles se ajoelham, choram lágrimas de arrependimento e abrem os seus corações, suplicando pela força de perdoar um ao outro, e implorando pela ajuda do Senhor. Essas práticas piedosas foram aprendidas desde a época da infância.
Aqui as crianças são ensinadas a beijar reverentemente o Crucifixo todos os dias, e a agradecer ao Senhor pelo seu dia antes de irem para a cama. Essas crianças vão dormir sabendo que Jesus as está segurando em Seus braços, e que não há nada a temer. Os seus medos e diferenças, às vezes tão comuns entre irmãos, desaparecem quando beijam Jesus na Cruz. Elas sonham em entronizar um Crucifixo na sua própria casa algum dia.
A família permanece indissoluvelmente unida à Cruz de Cristo. Seria essa simplesmente uma perspectiva mórbida para a vida conjugal e familiar? Ou seria isso um pedaço de sabedoria que poucos em nosso mundo moderno podem compreender?
O Catecismo ensina que o amor deve ser permanente, ou então não é amor verdadeiro. Ele não é um sentimento que vem e que vai, mas um poder de doação que sobrevive até mesmo ao término do sentimento.
No casamento, não podemos depender de nossas forças humanas. Se acharmos que podemos, nós fracassaremos. A tentação invade qualquer casamento, de um jeito ou de outro. No dia do nosso casamento, é difícil imaginar uma situação em que tudo não seja perfeito. Mal sabem os jovens corações que eles estão embarcando numa aventura que atingirá os picos mais elevados e os vales mais profundos. E é justamente nos momentos passados nestes vales que um esforço heróico será exigido do casal para manter-se no rumo. Às vezes, será preciso até que um dos esposos tenha disciplina mental para trazer o outro de volta para o casamento.
Aqueles que estão passando ou que já passaram por essa situação reconhecem a necessidade da graça para perseverar durante a tempestade ou o silêncio. Haverá dias em que tudo parecerá perdido. Mas, então, um momento de verdadeira graça pode renovar o amor e a vitalidade no relacionamento, renovando também o vínculo sacramental. E é nesses tempos de sérias dificuldades que os esposos podem praticar o real sentido daquelas palavras, aparentemente proféticas, que agora estão sendo adicionadas a algumas cerimônias de casamento: “Pode beijar a Cruz”.
Fonte: https://pt.aleteia.org

DIU e abortamento
Um profissional da área de saúde, não aceitando a política de oferecimento de DIU em sua unidade de saúde, por achar que este é abortivo, mas querendo ter mais informações, me escreveu.
Passemos às informações.
O DIU (Dispositivo Intrauterino) é com certeza também um abortivo. Os próprios cientistas ainda discutem a ação do DIU, mas fica claro que, além de ter uma ação de anticoncepcional, que é impedir que o espermatozoide chegue até o óvulo para fecunda-lo, este dispositivo também IMPEDE A NIDAÇÃO, ou seja, que o óvulo já fecundado e, portanto, um ser humano vivo que já iniciou o seu processo de desenvolvimento, se implante no útero da mulher. Isto acontece porque o maior efeito do DIU é criar uma inflamação que afeta os fluídos uterinos de todo o trato genital da mulher, de modo que estes se tornam tóxicos para espermatozoides E EMBRIÕES.
Infelizmente a ampla maioria dos médicos não informa isto para as mulheres, de modo que elas podem estar abortando sem saber, pois pensam que o DIU é somente para impedir a fecundação. O fato de o DIU ser um abortivo assintomático favorece o seu uso como método de abortamento, pois não gera o mesmo trauma que a eliminação da criança por meio de um procedimento cirúrgico. Vale notar que a mesma ação é realizada pela pílula do dia seguinte que, portanto, também é abortiva.
Os defensores do aborto irão negar a informação acima por meio de uma estratégica muito astuta: eles estão afirmando, contradizendo a biologia, que a vida só começa mesmo depois da implantação do embrião no útero (em média 7 dias após a fecundação), sendo que enquanto isso não ocorre não seria um abortamento. Outros vão muito além dizendo que só há vida após a formação do sistema nervoso central (após a terceira semana). Como o objetivo por trás destes argumentos é legalizar o aborto, não espanta que alguns defendam que só há vida a ser salvaguardada após o nascimento! Ao contrário do que dizem, a ciência comprova que, uma vez fecundado o óvulo, estamos diante de um ser humano vivo, com seu próprio código genético e que não é apenas uma extensão do corpo da mãe, mas um outro corpo, um outro ser vivo, que encontra-se em desenvolvimento.
Um outro problema de saúde sério levantado pelo uso do DIU é a possibilidade deste favorecer uma gravidez ectópica; neste caso o embrião se aloja fora do útero, geralmente nas tubas uterinas. É um grave problema, pois pode levar à hemorragia, com risco de vida para a mãe e quase sempre fatal para o embrião. Alguns estudos têm apontado o DIU como causa para este problema. Interessante notar que o número de gravidez ectópica nos EUA quadruplicou desde a década de 60…
 Estratégia abortista
É interessante saber também que o DIU foi criado ainda nos anos 50, com apoio financeiro e político de Organizações abortistas e sob o acompanhamento do Dr.  Frederic Osbon. Este, por sua vez, foi um famoso eugenista, ou seja, alguém que continuava as ideias de controle populacional no planeta, sempre em detrimento dos mais pobres dos países do terceiro mundo. As mesmas ideias que na década anterior levaram Hitler a cometer o horror da Segunda Guerra Mundial.
A estratégia da imposição do aborto no mundo, como meio de controle populacional, começou com o DIU, sendo que depois passou para o uso de drogas químicas (anticoncepcionais que, em alguns casos, podem ser abortivos)* e “refinou-se” no campo ideológico, na tentativa de convencer as mulheres que elas não devem ser mães… Todas estas estratégias continuam sendo usadas hoje.
Pe. Silvio Roberto, MIC
Diretor da Casa Pró-Vida Mãe Imaculada (http://casaprovidami.com.br)
*Todos os hormonais, principalmente pílulas do dia seguinte, mas também pílulas comuns, norplant, etc. são abortivos. Já deveriam ter sido suplantados pelos métodos naturais. (N.R.)


Aconteceu dia 1/12/2018
     Festa de Natal dos Carentes na Ami!!
 
    Com direito a corte de cabelo, atendimento médico com exame de diabetes, pressão, entre outros...palestras, pregação... divertimentos, cama elástica, xadrez, massagem..etc..



    Contamos com a participação da Branca de Neve, Cinderela, Capitão América e Super-Homem..para animação... não faltou a Mamãe Noel também com o “Cata vento”






    Obrigada por todos que ajudaram neste feliz encontro...e todos que colaboram com os alimentos ,doces , frangos e panetones...e com o especial almoço!!
    Agrademos a presença das diversas autoridades presentes.... Nosso muito obrigado!!
     Agradecemos a presença da polícia militar.
     Nosso especial agradecimento ao Sr. Bianchini e Estanislau...responsáveis em grande parte para que esta obra aconteça...e sobre tudo a Deus Pai ... Glória a Deus por tudo!!! Obrigada Senhor!!!
Luciane (comunidade âmi)

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

informativo ami 205, dezembro 2018

Clique aqui para acessar informativos AMI


“BENDITA ÉS TU ENTRE AS MULHERES E BENDITO É O FRUTO DO TEU VENTRE!” (Lc1,42)
A COMUNIDADE ÂMI DESEJA UM FELIZ NATAL A TODOS! QUE O MENINO JESUS RENASÇA EM NOSSOS CORAÇÕES!


PALAVRA DE DEUS (Lc 2,41-52)
Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, pela festa da Páscoa. Quando Ele fez doze anos, subiram até lá, como era costume nessa festa. Quando eles regressavam, passados os dias festivos, o Menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o soubessem. Julgando que Ele vinha na caravana, fizeram um dia de viagem e começaram a procurá-lO entre os parentes e conhecidos. Não O encontrando, voltaram a Jerusalém, à sua procura. Passados três dias, encontraram-nO no templo, sentado no meio dos doutores, a ouvi-los e a fazer-lhes perguntas. Todos aqueles que O ouviam estavam surpreendidos com a sua inteligência e as suas respostas. Quando viram Jesus, seus pais ficaram admirados; e sua Mãe disse-Lhe: «Filho, porque procedeste assim conosco? Teu pai e eu andávamos aflitos à tua procura». Jesus respondeu-lhes: «Porque Me procuráveis? Não sabíeis que Eu devia estar na casa de meu Pai?». Mas eles não entenderam as palavras que Jesus lhes disse. Jesus desceu então com eles para Nazaré e era-lhes submisso. Sua Mãe guardava todos estes acontecimentos em seu coração. E Jesus ia crescendo em sabedoria, em estatura e em graça, diante de Deus e dos homens. 
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A SAGRADA FAMÍLIA (Catecismo da Igreja Católica)
531 Durante a maior parte da sua vida, Jesus partilhou a condição da imensa maioria dos homens: uma vida quotidiana sem grandeza aparente, vida de trabalho manual, vida religiosa judaica sujeita à Lei de Deus (Cf. Gl 4, 4), vida na comunidade. De todo este período, é-nos revelado que Jesus era «submisso» a seus pais e que «ia crescendo em sabedoria, em estatura e em graça, diante de Deus e dos homens» (Lc 2, 52).
532 A submissão de Jesus à sua Mãe e ao seu pai legal foi o cumprimento perfeito do quarto mandamento. É a imagem temporal da sua obediência filial ao Pai celeste. A submissão diária de Jesus a José e a Maria anunciava e antecipava a submissão de Quinta-Feira Santa: «Não se faça a minha vontade [...]» (Lc 22, 42). A obediência de Cristo, no quotidiano da vida oculta, inaugurava já a recuperação daquilo que a desobediência de Adão tinha destruído (Cf. Rm 5, 19).
533 A vida oculta de Nazaré permite a todos os homens entrar em comunhão com Jesus, pelos diversos caminhos da vida quotidiana: «Nazaré é a escola em que se começa a compreender a vida de Jesus, é a escola em que se inicia o conhecimento do Evangelho[...] Em primeiro lugar, uma lição de silêncio. Oh! se renascesse em nós o amor do silêncio, esse admirável e indispensável hábito do espírito [...]! Uma lição de vida familiar. Que Nazaré nos ensine o que é a família, a sua comunhão de amor, a sua austera e simples beleza, o seu carácter sagrado e inviolável [...]. Uma lição de trabalho. Nazaré, a casa do “Filho do carpinteiro”! Aqui desejaríamos compreender e celebrar a lei, severa mas redentora, do trabalho humano [...]. Daqui, finalmente, queremos saudar os trabalhadores de todo o mundo e mostrar-lhes o seu grande modelo, o seu Irmão divino»1 .
534 O reencontro de Jesus no templo (cf. Lc 2, 41-52) é o único acontecimento que quebra o silêncio dos evangelhos sobre os anos ocultos de Jesus. Nele, Jesus deixa entrever o mistério da sua consagração total à missão decorrente da sua filiação divina: «Não sabíeis que Eu tenho de estar na casa do meu Pai?». Maria e José «não compreenderam» esta palavra, mas acolheram-na na fé, e Maria «guardava no coração todas estas recordações», ao longo dos anos em que Jesus permaneceu oculto no silêncio duma vida normal.

1 Paulo VI, Alocução na igreja da Anunciação à bem-aventurada Virgem Maria em Nazaré, 5 de Janeiro de 1964: AAS 56 (1964) 167-168



ORAÇÃO

Infundi, Senhor, a vossa graça em nossas almas, para que nós, que pela anunciação do Anjo conhecemos a encarnação de Cristo vosso Filho, pela sua paixão e morte na cruz alcancemos a glória da ressurreição. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém.




A IMAGEM IMPOSSÍVEL



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O nicho está vazio, mas …

A história a seguir pode parecer inacreditável, mas é verdade. Embora não haja uma imagem de Nossa Senhora no nicho acima do altar da capela do Santuário de Nossa Senhora de Lourdes, em Alta Gracia (Argentina), podemos ver sua imagem, mesmo que o nicho em questão esteja realmente vazio.

Ambos, cristãos e não-cristãos, que se visitam o santuário, testemunham que vêem a imagem. Aparece até mesmo em fotografias e é claramente visível a partir da entrada da frente. Então, estranhamente, ela desaparece gradualmente enquanto nos aproximamos do altar.

Esta capela, construída e abençoada em 1927, tinha uma imagem de Nossa Senhora de Lourdes em um nicho acima do altar. Em agosto de 2011, a imagem foi removida do nicho para ser restaurada.

Os irmãos Carmelitas Descalços, posteriormente, emitiram um comunicado afirmando que "a aparição da imagem da Virgem não tem, até o momento, uma explicação lógica. Nós interpretamos isso como um sinal para aumentar e aprofundar a fé cristã do povo de Deus."






Beata Eugênia Ravasco, Fundadora - 30 de dezembro

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Eugênia Ravasco nasceu em Milão no dia 4 de janeiro de 1845, terceira dos seis filhos do banqueiro genovês Francisco Mateus e da nobre senhora Carolina MozzoniFrosconi. Foi batizada na Basílica de Santa Maria da Paixão e recebeu o nome de Eugênia Maria. A família rica e religiosa ofereceu-lhe um ambiente cheio de afetos, de fé e uma fina educação.
Depois da morte prematura de dois filhinhos e também da perda da jovem esposa, o pai retornou a Gênova, levando consigo o primogênito Ambrósio e a última filha Elisa, com apenas um ano e meio. Eugênia ficou em Milão com a irmãzinha Constância, entregue aos cuidados da tia, Marieta Anselmi.
No ano de 1852 se reuniu à sua família em Gênova. Após três anos, em março de 1855, morreu também seu pai. O tio, Luís Ravasco, banqueiro e cristão convicto, assumiu os seus sobrinhos órfãos. Providenciou a todos uma boa formação e confiou as duas irmãs a uma governanta qualificada. Eugênia, de caráter vivo e exuberante, sofreu muito com a maneira bastante severa usada pela Sra. Serra, mas também soube submeter-se docilmente.
Em 21 de junho de 1855, com dez anos, recebeu a Primeira Comunhão e a Crisma na Igreja de Santo Ambrósio (hoje de Jesus) em Gênova, tendo sido preparada pelo Canônico Salvatore Magnasco. Daquele dia em diante se sentiu atraída pelo mistério da Presença Eucarística: quando passava diante de uma igreja entrava para adorar o Santíssimo Sacramento. O culto à Eucaristia, de fato, é o fundamento da sua espiritualidade, unido ao culto do Coração de Jesus e de Maria Imaculada.
Movida pela grande compaixão que tinha em sua alma por aqueles que sofrem, desde sua adolescência se doou com amor generoso aos pobres e aos necessitados, contente de fazer algum sacrifício.
Em dezembro de 1862, morreu o seu Tio Luís, que para ela era mais que um pai. Dele herdou não só a retidão moral, mas também a coerência cristã e a generosidade para com os pobres. Confiando em Deus e aconselhada pelo Canônico Salvatore Magnasco, futuro Arcebispo de Gênova, e de sábios advogados, ela assumiu a responsabilidade de administrar os bens da família, até então nas mãos de administradores nem sempre honestos.
Fez de tudo, porém não pode salvar o seu irmão Ambrósio da estrada que o levava à ruína moral e física. Este foi dos seus sofrimentos o mais atroz e também uma grande prova para sua fé.
Em 31 de maio de 1863, entrou na Igreja de Santa Sabina, em Gênova, para saudar Jesus Eucarístico. Através das palavras do sacerdote, que naquele momento falava aos fiéis, Eugênia recebeu o convite divino a “consagrar-se a fazer o bem por amor ao Coração de Jesus”. Este foi o evento que iluminou o seu futuro e lhe transformou a vida, consagrou sem reservas à glória de Deus todo o seu ser: a energia da mente e do coração e também o patrimônio herdado da sua família: “esta riqueza — repetia — não é minha, mas do Senhor, eu sou somente a administradora”(cfr.: Positio C.L, 70).
Suportou com firmeza a reação dos parentes, as críticas e o desprezo dos senhores da sua condição social. Começou com coragem a fazer o bem ao redor de si. Ensinou o Catecismo na Paróquia de Nossa Senhora do Carmo, colaborou com as Filhas da Imaculada na Obra de Santa Dorotéia como assistente das crianças vizinhas. Abriu a sua casa para dar-lhes instrução religiosa e escola de costura e bordado. Com as damas de Santa Catarina de Portoria, assistiu aos doentes do Hospital de Pammatone. Visitou os pobres nas suas casas levando o conforto da sua caridade. Sentia grande dor especialmente ao ver tantas crianças e jovens abandonados a si mesmos, expostos a todos os perigos e sem conhecimento das coisas de Deus.
Em 6 de dezembro de 1868, com 23 anos fundou a Congregação Religiosa das Filhas dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria com a missão de fazer o bem à juventude. Assim, as escolas, o ensino do Catecismo, as associações e os Oratórios surgiram. O projeto educativo de Madre Ravasco era: educar os jovens e formá-los para uma vida cristã sólida, operosa, para que fossem “honestos cidadãos em meio à sociedade e santos no céu”.
Em 1878, numa época de grande hostilidade à Igreja e de laicização social, Eugênia Ravasco, atenta às necessidades do seu tempo, abriu uma Escola Normal Feminina, com o objetivo de dar às jovens uma orientação cristã e de preparar professoras cristãs para a sociedade. Por esta obra, que tanto amava, enfrentou com fortaleza, confiando só em Deus, os ataques maldosos da imprensa contrária.
Inflamada de ardente caridade, que lhe vinha do Coração de Jesus, e animada da vontade de ajudar o próximo na vida espiritual, de acordo com os párocos organizou exercícios espirituais, retiros, celebrações religiosas e missões populares. Sentia grande conforto ao ver tantos corações voltarem para Deus e fazerem experiência da sua misericórdia através da oração, do canto sacro e dos Sacramentos. Rezava: “Coração de Jesus, concede-me fazer este bem e nenhum outro em toda parte”.
Estendeu o olhar à missão Ad Gentes, um projeto que se realizou após sua morte. Promoveu o culto ao Coração de Jesus, à Eucaristia e ao Coração Imaculado de Maria. Abriu Associações para as mães de família do povo e para as aristocratas; a estas últimas propôs que ajudassem as jovens necessitadas e as igrejas pobres. Com sua caridade aproximou os moribundos e os encarcerados afastados da Igreja. Viveu de fé, de oração, de sofrimento e de abandono à vontade de Deus.
Em 1884, junto com outras Irmãs, Eugênia Ravasco fez a Profissão Perpétua. Continuou a interessar-se pelo desenvolvimento e consolidação do Instituto que foi aprovado pela Igreja Diocesana em 1882, e seria de Direito Pontifício em 1909.
Abriu algumas casas que por ela foram visitadas, não obstante a sua pouca saúde. Guiou a sua comunidade com amor, prudência e visão de futuro. Considerando-se a última entre as Irmãs, empenhou-se para manter acesa em suas filhas a chama da caridade e do zelo pela salvação do mundo, propondo-lhes como modelo os Corações Santíssimos de Jesus e de Maria. O seu ideal apostólico foi: “Arder de desejo pelo bem dos outros, especialmente da juventude”, o seu empenho de vida: “Viver abandonada em Deus e nos braços de Maria Imaculada”.
Purificada com a prova da doença, da incompreensão e do isolamento dentro da comunidade, Eugênia Ravasco não deixou jamais de trabalhar.
Em 1898, fundou a Associação de Santa Zita para as jovens operárias. Ao mesmo tempo construiu o “teatrinho”, para os momentos de lazer dos jovens do Oratório e das numerosas Associações do Instituto.
Madre Eugênia morreu em Gênova, com 55 anos, na Casa Mãe do Instituto, na manhã de 30 de dezembro de 1900. “Deixo-vos todas no Coração de Jesus”, foi sua saudação final às filhas e às caríssimas jovens.
Em 1948, sua Eminência José Siri, Arcebispo de Gênova, introduziu o Processo Diocesano. Em 5 de julho de 2002, João Paulo II firmou o Decreto de Aprovação da cura da menina Eilen Jiménez Cardozo, de Cochabamba, na Bolívia, alcançada pela intercessão de Madre Eugênia Ravasco. E em 27 de abril de 2003, Madre Eugênia foi beatificada na Praça de São Pedro em Roma.

Fonte:www.vatican.va/news_services/liturgy/saints/ns_lit_doc_20030427_ravasco_po.html



DO DIÁRIO DE SANTA FAUSTINA
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Durante o advento, despertou no meu coração uma grande saudade de Deus. O meu espírito ansiava por Deus com toda força do meu ser. Nesse tempo o Senhor concedeu-me muitas luzes, para conhecer os Seus atributos.
O primeiro atributo que o Senhor me deu a conhecer foi a Sua santidade. Essa santidade é tão elevada que tremem diante d`Ele todas as potestades e virtudes. Os espíritos puros cobrem o seu rosto e mergulham em incessante adoração, e têm apenas uma palavra para expressar a maior honra, isto é - ¨Santo¨... A santidade de Deus derrama-se sobre a Sua Igreja e sobre toda a alma que nela vive, embora nem sempre com a mesma intensidade. Existem almas inteiramente divinizadas, enquanto há outras que apenas vivem.
O Senhor concedeu-me também o conhecimento do segundo atributo - o da Sua justiça. E esta é tão imensa e penetrante que atinge o fundo do ser e tudo diante d`Ele é manifesto em toda a nudez da verdade, e nada Lhe pode resistir.
O terceiro atributo é o Amor e a Misericórdia. E compreendo que o Amor e a Misericórdia é o maior atributo. É ele que une a criatura ao Criador. E reconhece-se este imenso amor e o abismo da misericórdia na Encarnação do Verbo, na Sua Redenção; e foi aqui que reconheci que este é o maior atributo em Deus.


Véspera do Natal
Hoje uni-me intimamente a Nossa Senhora e revivi as suas experiências mais íntimas. À noite, antes da cerimônia da fração do pão ázimo, entrei na capela e em espírito partilhei o pão ázimo com os meus mais queridos, e pedi a Nossa Senhora graças para elas. O meu espírito estava todo imerso em Deus. Durante a Missa do galo, vi na Hóstia o Menino Jesus, e meu espírito mergulhou n´Ele. Embora fosse uma pequena Criança, a Sua majestade penetrava na minha alma. Senti-me profundamente invadida por este mistério; esse grande rebaixamento de Deus, esse inconcebível despojamento. Durante todo o Natal eu sentia isso vivamente na minha alma.Oh! nunca compreenderemos essa grande humilhação de Deus! Quanto mais reflito sobre isso...


MEDJUGORJE, 25/11/2018
Queridos filhos! Este é um tempo de graça e de oração, um tempo de espera e de doação. Deus se dá a vocês para que o amem acima de tudo. Por isso, filhinhos, abram seus corações e suas famílias para fazer que esta espera se converta em oração e amor, e especialmente em doação. Eu estou com vocês, filhinhos, e os exorto a não renunciar ao bem, porque os frutos se vêem e se escutam a distância. Por isso o inimigo está furioso e utiliza tudo para afastá-los da oração. Obrigada por haverem respondido ao meu chamado.
NOTA: A Igreja ainda não se pronunciou definitivamente sobre as aparições de Medjugorje.

 

 



O MENINO JESUS NA SANTA HÓSTIA

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Carlos Magno vencera os saxões, e Wittikind, o valente chefe dos vencidos, descontente com os seus deuses, pois era pagão. Quis, estudar ocultamente a religião cristã.
Para isso foi disfarçado, à residência do Imperador em Paderborn.
E como era o Dia de Páscoa, todos foram à Igreja; então Wittikind, envolto no seu manto, entrou no sagrado recinto e, escondido atrás de uma coluna acompanhou com grande interesse as cerimônias da Santa Missa.
Até então, nunca vira tão deslumbrante solenidade! A Igreja ricamente ornamentada e profusamente iluminada; o sacerdote com preciosos paramentos; ao lado do altar, um rico trono para o imperador; que se achava rodeado dos grandes da corte; o canto harmonioso do povo, enfim, tudo o impressionava profundamente.Não se cansava de admirar o admirável espetáculo.
Mas, a sua admiração chegou ao auge quando, chegando o momento da Santa Comunhão, o sacerdote voltou-se e mostrou ao povo uma pequena Hóstia branca.Wittikind , fixando-a com atenção viu-a se transformar em uma linda criança, amável, de sorriso divinal!
O sacerdote se adiantava e colocava a criança nos lábios do Imperador e em seguida nos lábios de todos os que se aproximavam da Santa Mesa.
Wittikind ficou assombrado! Quis falar, quis gritar! E o mais impressionante é que a criança nos lábios de algumas pessoas ia alegre, e triste, chorosa mesmo, aos lábios de outras.
Wittikind, não atinando com o que via, e perturbado, procurou o imperador para pedir-lhe explicações.
Contou-lhe o que presenciara durante a Santa Missa, e Carlos Magno então lhe explicou o grande mistério da nossa Santa religião, dizendo-lhe:
“Vistes , o que nós cristãos vemos com a fé. A linda criança que o sacerdote tinha nas mãos, é o menino Jesus nascido em Belém. É o Filho de Deus que se fez homem por amor de nós, e depois morreu em uma cruz para nos salvar, e ressuscitou ao terceiro dia, três dias depois de morto.
E, para patentear-nos ainda mais o seu amor, instituiu o Santíssimo Sacramento do altar, onde está realmente presente debaixo das espécies de pão e de vinho.
Ele mesmo deseja entrar em nosso coração e quando este está isento de pecados e ornado de boas obras, o Menino Jesus repousa com prazer.
Se, porém, o coração está manchado de pecados, Jesus entra sim, mas contrariado e triste”.
Então o príncipe exclamou: “Como é bom o vosso Deus. Quero também me tornar cristão para receber esse lindo e amável menino!”
Foi batizado e viveu santamente, oferecendo sempre a Jesus um coração puro.
Extraído do livro : Leituras Eucharisticas-1935- Ed. Vozes Frei Mariano Wintzen-OFM









Filha de Asia Bibi: Quando encontrar minha mãe, vou abraçá-la e choraremos juntas
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EishamAsiq, em uma coletiva organizada por HazteOir.org para a libertação de Asia Bibi.
EishamAshiq, filha de Asia Bibi, agradeceu recentemente as orações e o trabalho realizado pela libertação de sua mãe e assegurou que, quando encontrá-la, irá abraçá-la e chorarão juntas.
Em um vídeo enviado à Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) e publicado em 9 de novembro, Eisham assinalou: "Ainda não encontrei minha mãe, mas estou muito feliz por ela ter sido libertada”.
“Quando a encontrar, certamente vou abraçá-la com força e chorar com ela”.

"Sei que estão todos muito felizes com a libertação de minha mãe. Obrigada por todas as suas orações", expressou.
Asia Bibi permaneceu oito anos presa e condenada à morte no Paquistão, falsamente acusada de blasfemar contra o Islã.
No Paquistão, blasfemar contra o Islã pode levar à pena de morte e, muitas vezes, os cristãos foram falsamente acusados ​​de cometer este crime. Para evitar a pena, oferecem-lhes que se convertam muçulmanos.
Asia Bibi trabalhava recolhendo frutas da cidade de Sheikhupura, perto da capital Lahore, no Paquistão. Em junho de 2009, um grupo de muçulmanas a acusou de contaminar a água por ser cristã.
Diante dos ataques, Asia respondeu aos insultos contra sua fé dizendo: “Eu acredito na minha religião e em Jesus Cristo que morreu na Cruz pelos pecados da humanidade. O que fez seu profeta Maomé para salvar a humanidade?”. No dia seguinte, uma multidão atacou a sua família e ela foi levada a uma delegacia de polícia por "segurança".
Logo depois, foi acusada de blasfêmia contra o Islã.
Defender Asia Bibi e buscar reformas na lei de blasfêmia do Paquistão em 2011 causou a morte de ShahbazBhatti, também católico e então ministro federal para as minorias religiosas.
Depois de várias prorrogações, finalmente em 31 de outubro deste ano, a Corte Suprema do Paquistão absolveu Asia Bibi.
Em 7 de novembro, Asia Bibi finalmente foi libertada e transferida a um lugar seguro.
Em 20 de novembro, graças a uma iniciativa da ACN junto com o Patriarcado de Veneza e autoridades civis, vários lugares da cidade italiana serão iluminados de vermelho, para homenagear os cristãos perseguidos e, especialmente, Asia Bibi.









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Akiane é considerada uma menina prodígio e sua mãe Forelli Kramarik conta a cada entrevista que dá a canais de TV, sobre a arte da filha e seu relacionamento com Deus. A sra. Kramarik conta como que sua família inteira não acreditava em Deus e se converteu a Cristo por causa das visões que Akiane começou a ter com a idade de 4 anos. São essas visões e conversas com Deus, que conduzem Akiane em sua arte. Akiane tem uma rotina diferente: levanta às quatro horas da madrugada diariamente para orar e então pintar.

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Em uma entrevista que deu a Life News quando Akiane era pequena ela disse, descrevendo suas experiências: "Todas as manhãs e todas as noites, converso com Deus. É como se fosse uma voz na minha mente conversando comigo".
Aos oito anos de idade, Akiane sonhou com Jesus e queria muito pintar a imagem Dele. Durante muito tempo buscou um modelo apropriado para pintar sua imagem, de forma que se encaixasse nas características da visão. Sobre isto ela diz que: “Por muito tempo, eu procurei um modelo de Jesus no Colorado, porém não consegui achar nenhum. Então, nos mudamos para Idaho e orei a Deus: ‘Se Você quer que eu pinte este modelo de Jesus, por favor, traga-o à porta da minha casa’”.
Então, passados dois dias, um carpinteiro apareceu bem na porta de sua casa. Ele era exatamente perfeito como modelo para a sua pintura, pois se encaixava em suas visões. E ainda tinha a peculiar profissão de carpinteiro, profissão de Jesus e de seu pai, José. Sobre isso, afirmou numa entrevista: “Foi tão maravilhoso! E ele concordou em servir de modelo para minha pintura”.

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Ela intitulou a pintura de "Príncipe da Paz":


Akiane deseja que todos possam amar a Deus e amar uns aos outros, e seu objetivo de vida aparece no sentido de compartilhar com todos do amor de Deus, levando essa mensagem de fé e esperança a todo planeta por meio de sua arte.
Grande parte do que arrecada com suas obras é revertida em prol dos mais necessitados. Ela tem feito expressivas contribuições de caridade para aliviar a pobreza e a fome, sobretudo, entre crianças.
Akiane é também uma poetisa muito elogiada e fala russo, lituano e inglês e há pouco tempo começou a fazer aula de piano.
Ainda na entrevista que deu a Life News, Akiane contou que estuda somente em casa, pelo método homeschooling (educação escolar em casa) e raramente vê televisão. Com relação à sua educação, ela comenta: “Adoro estudar só em casa. Assim, tenho mais tempo para orar, pintar, escrever, passar tempo com minha família e brincar com meu irmãozinho bebê e meu cachorro. Eu realmente gosto do homeschooling”.
Numa entrevista para a Rede Record em que Akiane tinha 12 anos, em 2006, ela tinha três irmãos e sua mãe estava grávida novamente e já tinha lançado dois livros.
Veja a entrevista:
Abaixo veja algumas de suas pinturas incríveis:
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Os úteros das mulheres
e as togas dos magistrados

Os úteros das mulheres e as togas dos magistrados

A partir do momento em que o ventre materno passa a abrigar uma nova vida humana, o útero deixa de ser um assunto privado para ser de interesse de toda a sociedade.
Equipe ChristoNihil Praeponere
“A mulher não é um útero a serviço da sociedade”. Foi com uma frase rasteira dessas que um conhecido ministro do Supremo Tribunal Federal voltou a defender esta semana um suposto “direito” das mulheres a abortar os próprios filhos.
Ora, que a mulher não seja o próprio útero é algo tão óbvio quanto ela não ser o seu esôfago, o seu coração ou o seu cérebro. A parte não é o todo, sim; mas “o todo sem a parte não é todo” também. Cada órgão exerce a sua função e tem a sua importância no corpo humano. Se o esôfago ajuda na alimentação, o coração bombeia sangue para todo o corpo e o cérebro comanda todas as atividades do organismo, o útero, por sua vez, abriga novas vidas. A diferença é que o esôfago, o cérebro e o coração são comuns a todo ser humano, ao passo que o útero — e com ele a maternidade — é privilégio das mulheres, e de ninguém mais.
Mas o que a humanidade deveria ver — e durante muito tempo realmente viu — como um privilégio é visto por esse ministro como um fardo. Por isso, não espanta que ele defenda justamente o oposto da maternidade: ao invés de dar a vida, as mulheres deveriam ter o direito de “dar a morte” a seus filhos; ao invés de dá-los à luz, seria a hora de dá-los “às trevas”, por assim dizer.
Dito neste termo, o argumento soa estranho, para não dizer maluco. Mas é a única forma de descrever o aborto como ele realmente é. Não se trata apenas de um debate sobre o útero feminino, sobre uma parsviscerummatris, isto é, sobre uma “extensão” do corpo da mulher. Estão em jogo aqui os direitos fundamentais de outra pessoa, e é o próprio ministro defensor do aborto que admite o fato em seu discurso. A partir do momento em que o ventre materno passa a abrigar uma nova vida humana, o útero deixa de ser um assunto privado para ser de interesse de toda a sociedade.
Não sem razão o aborto consta na seção de crimes contra a vida do Código Penal, ao lado do homicídio, do infanticídio e do auxílio ao suicídio. (Todos os termos com o radical “cídio”, do verbo latino occido, querem dizer “matar”.) Não sem razão a nossa Constituição Federal, da qual os ministros do STF deveriam ser “guardiões” (cf. art. 102, caput), diz com todas as letras que é inviolável o direito à vida (cf. art. 5.º, caput). Ora, se uma simples lesão corporal, aos olhos do Direito, merece ser punida por representar uma agressão não só contra um indivíduo, mas contra a sociedade em geral, quanto mais um ato como o aborto, que dá fim nada menos do que à vida de outrem!
Mas se as leis humanas reconhecem que ninguém pode matar, por que falar, então, de um “direito ao aborto”? Se o próprio ministro em questão reconhece que há um “conflito de direitos” envolvido aqui, como entender que ele não defenda o valor fundamental de todo o ordenamento jurídico e lhe sobreponha, ao invés, um suposto direito à “autonomia individual da mulher”, que nem na Constituição está escrito? Desde quando a “autonomia” de uma pessoa pode trucidar (literalmente, neste caso) a vida de outra? Se a liberdade de uma mulher é um valor superior à vida do nascituro, o que impede outra mãe de matar seu filho recém-nascido, ou mesmo qualquer um de matar, e sair impune por isso?
A resposta é simples. O aborto é um direito porque o ministro assim o quer (e, poderíamos acrescentar, “depois da investidura, ele não deve satisfação a mais ninguém”). Ponto e acabou: é o império do voluntarismo de toga. Para adaptar-se às ideias de um juiz, à sua visão de Direito, à utopia feminista que ele mesmo criou, todos os entraves no caminho se transformam, por um passe de mágica, em instrumentos a seu dispor. A Constituição não fala de direito fundamental à autonomia da mulher? Extraiamo-lo, pois, de uma interpretação livre do texto constitucional. O Código Civil fala de direitos do nascituro? Submetamo-los a outro direito, que nós mesmos inventamos, sob o pretexto de aplicar um malfadado princípio de “proporcionalidade”. O Código Penal criminaliza o aborto? Não pode ser, é inconstitucional! A interpretação que eu mesmo fiz da Constituição prova que o aborto tem de ser descriminado…
Rumo a essa ideia, que só existe na cabeça de um magistrado que se crê acima de tudo e de todos, caminha à força uma nação inteira. O juiz que é contra os úteros “a serviço da sociedade” usa uma toga a serviço de sua própria causa ideológica… e ninguém tem nada com isso.





MADRE CLÉLIA (BEATIFICADA EM 3/11/2018)

Deu um “luminoso testemunho do Evangelho”. Assim o Papa Francisco referiu-se no Angelus (4/11), à Madre Clélia Merloni:
“Ontem, na Basílica de São João de Latrão, foi proclamada Beata Madre Clélia Merloni, fundadora das Irmãs Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus. Uma mulher totalmente entregue à vontade de Deus, zelosa na caridade, paciente nas adversidades e heroica no perdão. Agradecemos a Deus pelo luminoso testemunho do Evangelho da nova Beata, e sigamos o seu exemplo de bondade e de misericórdia. Um aplauso à nova Beata….!”
Clélia Merloni, nasceu em Forli, Itália, em 10 de março de 1861. Sua mãe, Maria Teresa Brandinelli, morreu quando Clélia tinha três anos de idade. Seu pai, Joaquim Merloni, um rico industrial, se casou com Maria Giovanna Boeri, que, com sua avó, ensinou-lhe muito sobre a fé e ajudou Clélia a desenvolver uma personalidade forte e confiante.
Em 1876, Clélia começou seus estudos no internato das Filhas de Nossa Senhora da Purificação, em Savona, mas saiu após um ano, por ter adoecido. Ela foi educada em casa, em línguas estrangeiras e piano. Seu pai planejava uma vida de luxo e casamento para ela, mas seu único desejo era a vida religiosa. Em 1883, ela entrou na Congregação das Filhas de Nossa Senhora das Neves (Savona) como Ir. Albina, mas voltou novamente para casa depois de apenas quatro anos, devido às delibitações com sua saúde.
Em 1892, Clélia entrou na Congregação das Filhas de Nossa Senhora da Providência em Como, onde se dedicou à vida religiosa com alegria e zelo. Depois de uma recuperação aparentemente milagrosa da tuberculose no final de uma novena ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria, ela compreendeu que o desígnio de Deus sobre sua vida era fundar uma Congregação religiosa de Irmãs consagradas ao Sagrado Coração de Jesus que se dedicaria ao bem dos pobres, dos órfãos e dos abandonados, e que ofereceria suas vidas de boas obras para a conversão dos pecadores. (Para Clélia, este último significava especialmente a salvação da alma de seu pai que era ateísta e pertencia à maçonaria).
Em 30 de maio de 1894, na Igreja de São Francisco, em Viareggio, Clélia, foi apresentada junto com duas companheiras como as primeiras Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus. Nascia uma nova Congregação.
O Instituto cresceu rapidamente. Clélia abriu uma escola infantil, uma casa para idosos e um orfanato, tudo graças ao generoso apoio financeiro de seu pai. À medida que o número de Irmãs crescia, as obras se multiplicavam, também fora de Viareggio. Com a morte de seu pai, em San Remo, em 27 de junho de 1895, Clélia tornou-se a única beneficiária de seu patrimônio. Sua conversão do leito de morte foi o fruto das orações e sacrifícios de Clélia ao longo de muitos anos.
Infelizmente, a expansão resultante de suas obras foi abruptamente interrompida após três anos, quando o padre que administrou as finanças, depois de ter perdido muito dinheiro com a indevida administração de seus bens, fugiu para a França com os fundos restantes. A falência forçou as Apóstolas a abandonar suas inúmeras obras, também na cidade de Viareggio.
Pela Divina Providência, Madre Clélia teve a oportunidade de conhecer o Bispo de Piacenza, João Batista Scalabrini, que ajudou as Irmãs a saírem dessa delicada situação em que se encontravam. Em 1900, ela enviou as Apóstolas em missão, para ajudar os imigrantes italianos que se instalavam no Brasil, e dois anos depois para Boston (EUA).
Madre Clélia e 18 Apóstolas professaram votos na Catedral de Piacenza em 11 de junho de 1900. Apesar da alegria de sua consagração, bem como do sucesso ministerial que resultou da colaboração com o Bispo Scalabrini, a luta interna crescia entre as Irmãs. Dois grupos distintos se formaram na mesma congregação – aqueles que queriam permanecer com o carisma fundacional e aquelas que se inclinavam para o da congregação do Bispo. Além disso, Madre Clélia tornou-se vítima de calúnia após a falência e processos legais subsequentes. Não querendo acusar publicamente o sacerdote que anteriormente havia administrado mal e roubado o dinheiro da Congregação, ela culpava a si mesma, o que a levou a incompreensão.
Ela já não era consultada sobre questões relativas à governança da Congregação, o título do Instituto foi alterado e foram publicadas novas Constituições, às quais a Congregação para Religiosas impôs conformidade. Em 28 de fevereiro de 1904, pelo decreto do Vaticano, Madre Clélia perdeu o título de Superiora Geral com a aprovação da autoridade para a Madre Marcelina Viganò.
Depois de um ano, a Madre Clélia foi reintegrada, mas três investigações apostólicas seguiram, e Madre Clélia foi mais uma vez retirada do cargo com um decreto da Sagrada Congregação dos Religiosos, em 13 de setembro de 1911.
Numerosos pedidos da Madre Clélia para rever o seu caso ficaram sem resposta à medida que a discórdia na Congregação crescia e as Irmãs leais à Madre Clélia foram desligadas da Congregação. Sozinha e considerando-se um obstáculo para a paz da comunidade, Clélia decidiu deixar o Instituto que havia fundado em vez de vê-lo despedaçado por discórdia.

EXÍLIO. ÊXODO E RETORNO

1916-1928

Período de grande aprofundamento espiritual, oração e fortalecimento de sua espiritualidade!
Em julho de 1916, ela começou um período muito difícil de exílio; Gênova, Turim, Roccagiovine e Marcellina foram os passos ao longo do caminho para o Calvário.
Seu nome tornou-se desconhecido para sucessivas gerações de Apóstolas; foi proibido a corresponder-se com ela ou enviar qualquer meio de apoio.
Em 16 de agosto de 1920, Madre Clélia escreveu ao Papa, implorando a sua reintegração na Congregação que ela havia fundado. Somente em 7 de março de 1928, foi autorizado o seu retorno. Já envelhecida e bastante fraca, passou os últimos dois anos de sua vida em um quarto muito distante da comunidade, mas conjugado ao coro da capela. Esses anos foram marcados por uma intensa oração, uma terna caridade para com todos os que ela conheceu, e uma oferta plena ao Coração Eucarístico de Jesus para a salvação das almas.
Acima de tudo, seu espírito de perdão era uma marca de sua requintada caridade, purificada pelo fogo que brilhava como uma extraordinária pérola, especialmente quando ela era objeto de injustiça grave e calúnias infundadas.

MORTE – CORPO INCORRUPTO

Madre Clélia morreu em Roma, em 21 de novembro de 1930, e foi enterrada no cemitério Campo Verano.
Em 18 de julho de 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, aviões aliados bombardearam a área em torno da estação de trem em San Lorenzo, chegando também ao cemitério de Verano, onde muitas sepulturas foram destruídas e danificadas. Esperando o fim da guerra em 1945, começou a busca para encontrar os restos da Fundadora, em meio à devastação. Dias depois, os trabalhadores encontraram o caixão de Madre Clélia ainda selado, que foi trazido a presença da Superiora Geral para a sua abertura. O corpo de Madre Clélia estava incorrupto.
A partir desse momento, começou uma procissão ininterrupta de Religiosos para o Cemitério de Verano para ver o corpo da Madre. Muitas pessoas foram lá confiantes em sua intercessão, tocando o seu corpo e agradecendo.
Em 20 de maio de 1945, solenidade de Pentecostes, o corpo de Madre Clélia foi solenemente carregado na procissão fúnebre para a igreja dedicada a Santa Margarida Maria Alacoque, na Casa Geral.
Os restos foram colocados na parede direita da Igreja da Casa Geral. Em sua lápide foi inscrita a seguinte frase: “Madre Clélia Merloni, fundadora do Instituto das Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus. O Coração Divino foi a luz da sua existência. O pobre, o oprimido, o infeliz, o seu palpitar mais terno. Ela viveu a pureza , a simplicidade e a caridade”.


MILAGRE QUE POSSIBILITOU A BEATIFICAÇÃO de MADRE CLÉLIA

O milagre que passou por minuciosa análise é brasileiro e teve início em 14 de março de 1951.
A história do milagre começa quando o médico brasileiro Dr. Pedro Ângelo de Oliveira Filho foi, repentinamente, atingido por uma progressiva paralisia dos quatro membros e foi hospitalizado, com urgência, no Hospital Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto. O diagnóstico foi de paralisia ascendente progressiva, chamada síndrome de Landry ou GuillainBarré. Em dias, a paralisia piorou para insuficiência respiratória aguda e atingindo a glote, causando grande dificuldade em engolir. O prognóstico era ruim, dada a gravidade da doença e os remédios da época insuficientes para a cura. Tanto que os médicos suspenderam os tratamentos e, em 20 de março, informaram a família que seria a última noite do paciente.
Dada a situação, Angelina Oliva, esposa, se encontrou com a Irmã Adelina Alves Barbosa para pedir orações. A religiosa deu-lhe uma novena de Madre Clélia, com uma foto contendo um pedaço do tecido do véu que ela usava. Irmã Adelina, juntamente com Angelina, seus filhos e outros parentes começaram a rezar. Irmã Adelina aproximou-se do paciente e deu-lhe água, onde colocou a pequena relíquia. O paciente estava muito doente, mas conseguiu engolir um pouco daquela água. Depois de alguns minutos perceberam que ele conseguia engolir e não perdia mais a saliva. Irmã Adelina tentou dar-lhe uma colher de água e ele bebeu, depois colocou dois dedos de água num copo e fez com que ele bebesse. Por último, colocou leite no copo e ele bebeu sem problemas. Todos ficaram maravilhados com a rápida melhora, tanto que a religiosa foi à cozinha para preparar um creme e Pedro Ângelo engoliu com facilidade.
O médico chegou de manhã e, ao ver o paciente curado, exclamou que era um milagre. A melhora foi progressiva e, dentro de 20 dias, Pedro Ângelo caminhava normalmente. No dia 6 de maio, recebeu alta do hospital porque a cura foi completa, permanente e sem sinais dos sintomas.
Pedro Ângelo morreu em 25 de setembro de 1976 devido a uma parada cardíaca, portanto, por uma causa completamente diferente de sua doença anterior e após vinte e cinco anos da sua recuperação milagrosa.
Fonte: www.usc.br

O JESUS ESCONDIDO DE FRANCISCO

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Beato Francisco Marto, Pastorinho de Fátima
“Jesus escondido” era a expressão com que os Pastorinhos designavam o Santíssimo Sacramento da Eucaristia: o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Cristo.

O Francisco gostava de passar horas esquecidas junto do Sacrário em colóquio com Jesus. Quando, com a sua prima Lúcia, se dirigia para a escola recomendava-lhe: «Olha, tu, vai à escola. Eu fico aqui na Igreja, junto de Jesus escondido. Não me vale a pena aprender a ler; daqui a pouco vou para o Céu. Quando voltares, vem por cá chamar-me.»  E no regresso, ali o encontrava em recolhida oração.

Doente, o pequeno Francisco dizia à Lúcia: «Olha, vai à Igreja e dá muitas saudades minhas a Jesus escondido. Do que tenho mais pena é de não poder já ir a estar uns bocados com Jesus escondido.»

Com que ansiedade o Francisco esperou o momento da sua Primeira Comunhão! Acamado e gravemente debilitado, tentou erguer-se para se sentar na cama, mas não conseguiu. Momentos depois, o Senhor Sacramentado descia à sua alma, e o Francisco quedou-se em contemplação a consolar o divino Hóspede.

Depois de comungar, disse para sua irmãzinha Jacinta: «Hoje sou mais feliz do que tu, porque tenho dentro do meu peito a Jesus escondido!»

Esta comunhão com Deus, já o Francisco a tinha experimentado em 1916, nas Aparições do Anjo que lhe dera a beber do Sangue do Cálice que trazia.
- A mim e à Jacinta, que foi que ele nos deu?
- Foi também a Sagrada Comunhão, respondeu Jacinta.
- Eu sentia que Deus estava em mim, mas não sabia como! – disse o Francisco.

E prostrando-se por terra, permaneceu por largo tempo, com a sua irmã, repetindo a oração do Anjo: “Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo: adoro-Vos profundamente (…)”

Saibamos olhar para o pequeno Francisco de Fátima, o grande apaixonado e consolador de Jesus escondido na Eucaristia e aprendamos com ele a adorar Nosso Senhor, no Santíssimo Sacramento do Altar.

Fonte: http://freifrancisco.blogspot.pt/2012/08/jesus-escondido.html
“BENDITA ÉS 
EDIÇÃO NO 206 - DEZEMBRO.2018 - ANO XVI Distribuição Gratuita 2 “Fazei tudo o que Ele vos disser.” (Jo 2,5) SITE: www.comunidadeami.com.br Informativo da Comunidade Âmi - DEZEMBRO.2018 Palavra de Deus (Lc 2,41-52) Os pais de Jesus iam todos os anos a Jerusalém, pela festa da Páscoa. Quando Ele fez doze anos, subiram até lá, como era costume nessa festa. Quando eles regressavam, passados os dias festivos, o Menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que seus pais o soubessem. Julgando que Ele vinha na caravana, fizeram um dia de viagem e começaram a procurá-lO entre os parentes e conhecidos. Não O encontrando, voltaram a Jerusalém, à sua procura. Passados três dias, encontraram-nO no templo, sentado no meio dos doutores, a ouvi-los e a fazer-lhes perguntas. Todos aqueles que O ouviam estavam surpreendidos com a sua inteligência e as suas respostas. Quando viram Jesus, seus pais ficaram admirados; e sua Mãe disse-Lhe: "Filho, porque procedeste assim conosco? Teu pai e eu andávamos aflitos à tua procura". Jesus respondeu-lhes: "Porque Me procurá- veis? Não sabíeis que Eu devia estar na casa de meu Pai?". Mas eles não entenderam as palavras que Jesus lhes disse. Jesus desceu então com eles para Nazaré e era-lhes submisso. Sua Mãe guardava todos estes acontecimentos em seu coração. E Jesus ia crescendo em sabedoria, em estatura e em graça, diante de Deus e dos homens. Utilidade Pública em Curitiba, Lei 7035; de Almirante Tamandaré, Lei 969 e Estadual do Paraná, Lei 11.937CNPJ 78.897.808/0001-00 Horário da Secretaria: 2ª a 6ªfeira das 8h30 às 12h30 Fone da Secretaria: (41) 3657-4285 Coordenador Geral: Jacira Alves Marinho Borges Jornalista: Alexsandra Carla de Souza Godri - Mtb 5947 E-mail: ami.sede@bol.com.br Diagramação: Aldemir Batista (41) 3657-2864 Tiragem: 1 mil exemplares Sede da Âmi: Av. Vereador Wadislau Bugalski, 6956 Colônia Lamenha Grande - Almirante Tamandaré - PR Expediente 531 Durante a maior parte da sua vida, Jesus partilhou a condição da imensa maioria dos homens: uma vida quotidiana sem grandeza aparente, vida de trabalho manual, vida religiosa judaica sujeita à Lei de Deus (Cf. Gl 4, 4), vida na comunidade. De todo este período, é-nos revelado que Jesus era «submisso» a seus pais e que «ia crescendo em sabedoria, em estatura e em graça, diante de Deus e dos homens» (Lc 2, 52). 532 A submissão de Jesus à sua Mãe e ao seu pai legal foi o cumprimento perfeito do quarto mandamento. É a imagem temporal da sua obediência filial A Sagrada Família (Catecismo da Igreja Católica) ao Pai celeste. A submissão diária de Jesus a José e a Maria anunciava e antecipava a submissão de Quinta-Feira Santa: «Não se faça a minha vontade [...]» (Lc 22, 42). A obediência de Cristo, no quotidiano da vida oculta, inaugurava já a recupera- ção daquilo que a desobediência de Adão tinha destruído (Cf. Rm 5, 19). 533 A vida oculta de Nazaré permite a todos os homens entrar em comunhão com Jesus, pelos diversos caminhos da vida quotidiana: «Nazaré é a escola em que se começa a compreender a vida de Jesus, é a escola em que se inicia o conhecimento do Evangelho[...] Em primeiro lugar, uma lição de silêncio. Oh! se renascesse em nós o amor do silêncio, esse admirável e indispensável hábito do espírito [...]! Uma lição de vida familiar. Que Nazaré nos ensine o que é a família, a sua comunhão de amor, a sua austera e simples beleza, o seu carácter sagrado e inviolável [...]. Uma lição de trabalho. Nazaré, a casa do “Filho do carpinteiro”! Aqui desejaríamos compreender e celebrar a lei, severa mas redentora, do trabalho humano [...]. Daqui, finalmente, queremos saudar os trabalhadores de todo o mundo e mostrar-lhes o seu grande modelo, o seu Irmão divino»1 . 534 O reencontro de Jesus no templo (cf. Lc 2, 41- 52) é o único acontecimento que quebra o silêncio dos evangelhos sobre os anos ocultos de Jesus. Nele, Jesus deixa entrever o misté- rio da sua consagração total à missão decorrente da sua filiação divina: «Não sabíeis que Eu tenho de estar na casa do meu Pai?». Maria e José «não compreenderam» esta palavra, mas acolheram-na na fé, e Maria «guardava no coração todas estas recordações», ao longo dos anos em que Jesus permaneceu oculto no silêncio duma vida normal. 1 Paulo VI, Alocução na igreja da Anunciação à bem-aventurada Virgem Maria em Nazaré, 5 de Janeiro de 1964: AAS 56 (1964) 167-168 ORAÇÃO Infundi, Senhor, a vossa graça em nossas almas, para que nós, que pela anunciação do Anjo conhecemos a encarnação de Cristo vosso Filho, pela sua paixão e morte na cruz alcancemos a glória da ressurrei- ção. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém. GRUPO DE ORAÇÃO BODAS DE CANÁ: GRUPO DE ORAÇÃO BODAS DE CANÁ: Segundas feiras às 20h -Paróquia São João Batista Precursor R. Imbronisio, 100 - Ecoville - Curitiba. F: 3373-1349 (Paróquia) / 3657-4285 (Âmi) ATENDIMENTO DE ORAÇÃO: na Châmi - Toda terça, das 8h às 17h - Av. Ver. Wadislau Bugalski, 6956 Colônia Lamenha Grande - Almirante Tamandaré FAÇA PARTE DA NOSSA FAMÍLIA: Seja um evangelizador conosco. Entre em contato. F: (41)3657-4285 ou pelo e-mail ami.sede@bol.com.br - DEIXE SEU PEDIDO DE ORAÇÃO: (41) 3657-4285 / ami.sede@bol.com.br Medjugorje, 25/11/2018 Queridos filhos! Este é um tempo de graça e de oração, um tempo de espera e de doação. Deus se dá a vocês para que o amem acima de tudo. Por isso, filhinhos, abram seus corações e suas famílias para fazer que esta espera se converta em oração e amor, e especialmente em doação. Eu estou com vocês, filhinhos, e os exorto a não renunciar ao bem, porque os frutos se vêem e se escutam a distância. Por isso o inimigo está furioso e utiliza tudo para afastá-los da oração. Obrigada por haverem respondido ao meu chamado. NOTA: A Igreja ainda não se pronunciou definitivamente sobre as aparições de Medjugorje. “... Unidos de Coração...” (At 2,46) SITE: www.comunidadeami.com.br Informativo da Comunidade Âmi - DEZEMBRO.2018 3 Eugênia Ravasco nasceu em Milão no dia 4 de janeiro de 1845, terceira dos seis filhos do banqueiro genovês Francisco Mateus e da nobre senhora Carolina MozzoniFrosconi. Foi batizada na Basílica de Santa Maria da Paixão e recebeu o nome de Eugênia Maria. A família rica e religiosa ofereceu-lhe um ambiente cheio de afetos, de fé e uma fina educação. Depois da morte prematura de dois filhinhos e também da perda da jovem esposa, o pai retornou a Gênova, levando consigo o primogênito Ambrósio e a última filha Elisa, com apenas um ano e meio. Eugênia ficou em Milão com a irmãzinha Constância, entregue aos cuidados da tia, Marieta Anselmi. No ano de 1852 se reuniu à sua família em Gênova. Após três anos, em março de 1855, morreu também seu pai. O tio, Luís Ravasco, banqueiro e cristão convicto, assumiu os seus sobrinhos órfãos. Providenciou a todos uma boa forma- ção e confiou as duas irmãs a uma governanta qualificada. Eugênia, de caráter vivo e exuberante, sofreu muito com a maneira bastante severa usada pela Sra. Serra, mas também soube submeter-se docilmente. Em 21 de junho de 1855, com dez anos, recebeu a Primeira Comunhão e a Crisma na Igreja de Santo Ambrósio (hoje de Jesus) em Gênova, tendo sido preparada pelo Canônico Salvatore Magnasco. Daquele dia em diante se sentiu atraída pelo mistério da Presença Eucarística: quando passava diante de uma igreja entrava para adorar o Santíssimo Sacramento. O culto à Eucaristia, de fato, é o fundamento da sua espiritualidade, unido ao culto do Coração de Jesus e de Maria Imaculada. Movida pela grande compaixão que tinha em sua alma Beata Eugênia Ravasco, Fundadora - 30 de dezembro por aqueles que sofrem, desde sua adolescência se doou com amor generoso aos pobres e aos necessitados, contente de fazer algum sacrifício. Em dezembro de 1862, morreu o seu Tio Luís, que para ela era mais que um pai. Dele herdou não só a retidão moral, mas também a coerência cristã e a generosidade para com os pobres. Confiando em Deus e aconselhada pelo Canônico Salvatore Magnasco, futuro Arcebispo de Gênova, e de sábios advogados, ela assumiu a responsabilidade de administrar os bens da família, até então nas mãos de administradores nem sempre honestos. Fez de tudo, porém não pode salvar o seu irmão Ambrósio da estrada que o levava à ruína moral e física. Este foi dos seus sofrimentos o mais atroz e também uma grande prova para sua fé. Em 31 de maio de 1863, entrou na Igreja de Santa Sabina, em Gênova, para saudar Jesus Eucarístico. Através das palavras do sacerdote, que naquele momento falava aos fiéis, Eugênia recebeu o convite divino a "consagrar-se a fazer o bem por amor ao Coração de Jesus". Este foi o evento que iluminou o seu futuro e lhe transformou a vida, consagrou sem reservas à glória de Deus todo o seu ser: a energia da mente e do coração e também o patrimônio herdado da sua família: "esta riqueza - repetia - não é minha, mas do Senhor, eu sou somente a administradora"(cfr.: Positio C.L, 70). Suportou com firmeza a reação dos parentes, as críticas e o desprezo dos senhores da sua condição social. Começou com coragem a fazer o bem ao redor de si. Ensinou o Catecismo na Paróquia de Nossa Senhora do Carmo, colaborou com as Filhas da Imaculada na Obra de Santa Dorotéia como assistente das crianças vizinhas. Abriu a sua casa para darlhes instrução religiosa e escola de costura e bordado. Com as damas de Santa Catarina de Portoria, assistiu aos doentes do Hospital de Pammatone. Visitou os pobres nas suas casas levando o conforto da sua caridade. Sentia grande dor especialmente ao ver tantas crianças e jovens abandonados a si mesmos, expostos a todos os perigos e sem conhecimento das coisas de Deus. Em 6 de dezembro de 1868, com 23 anos fundou a Congregação Religiosa das Filhas dos Sagrados Corações de Jesus e de Maria com a missão de fazer o bem à juventude. Assim, as escolas, o ensino do Catecismo, as associações e os Oratórios surgiram. O projeto educativo de Madre Ravasco era: educar os jovens e formá- los para uma vida cristã sólida, operosa, para que fossem "honestos cidadãos em meio à sociedade e santos no céu". Em 1878, numa época de grande hostilidade à Igreja e de laicização social, Eugênia Ravasco, atenta às necessidades do seu tempo, abriu uma Escola Normal Feminina, com o objetivo de dar às jovens uma orientação cristã e de preparar professoras cristãs para a sociedade. Por esta obra, que tanto amava, enfrentou com fortaleza, confiando só em Deus, os ataques maldosos da imprensa contrá- ria. Inflamada de ardente caridade, que lhe vinha do Cora- ção de Jesus, e animada da vontade de ajudar o próximo na vida espiritual, de acordo com os párocos organizou exercícios espirituais, retiros, celebrações religiosas e missões populares. Sentia grande conforto ao ver tantos cora- ções voltarem para Deus e fazerem experiência da sua misericórdia através da oração, do canto sacro e dos Sacramentos. Rezava: "Coração de Jesus, concede-me fazer este bem e nenhum outro em toda parte". Estendeu o olhar à missão Ad Gentes, um projeto que se realizou após sua morte. Promoveu o culto ao Coração de Jesus, à Eucaristia e ao Cora- ção Imaculado de Maria. Abriu Associações para as mães de família do povo e para as aristocratas; a estas últimas propôs que ajudassem as jovens necessitadas e as igrejas pobres. Com sua caridade aproximou os moribundos e os encarcerados afastados da Igreja. Viveu de fé, de oração, de sofrimento e de abandono à vontade de Deus. Em 1884, junto com outras Irmãs, Eugênia Ravasco fez a Profissão Perpétua. Continuou a interessar-se pelo desenvolvimento e consolidação do Instituto que foi aprovado pela Igreja Diocesana em 1882, e seria de Direito Pontifício em 1909. Abriu algumas casas que por ela foram visitadas, não obstante a sua pouca saúde. Guiou a sua comunidade com amor, prudência e visão de futuro. Considerando-se a última entre as Irmãs, empenhouse para manter acesa em suas filhas a chama da caridade e do zelo pela salvação do mundo, propondo-lhes como modelo os Corações Santíssimos de Jesus e de Maria. O seu ideal apostólico foi: "Arder de desejo pelo bem dos outros, especialmente da juventude", o seu empenho de vida: "Viver abandonada em Deus e nos braços de Maria Imaculada". Purificada com a prova da doença, da incompreensão e do isolamento dentro da comunidade, Eugênia Ravasco não deixou jamais de trabalhar. Em 1898, fundou a Associa- ção de Santa Zita para as jovens operárias. Ao mesmo tempo construiu o "teatrinho", para os momentos de lazer dos jovens do Oratório e das numerosas Associações do Instituto. Madre Eugênia morreu em Gênova, com 55 anos, na Casa Mãe do Instituto, na manhã de 30 de dezembro de 1900. "Deixo-vos todas no Coração de Jesus", foi sua saudação final às filhas e às caríssimas jovens. Em 1948, sua Eminência José Siri, Arcebispo de Gênova, introduziu o Processo Diocesano. Em 5 de julho de 2002, João Paulo II firmou o Decreto de Aprovação da cura da menina Eilen Jiménez Cardozo, de Cochabamba, na Bolívia, alcançada pela intercessão de Madre Eugênia Ravasco. E em 27 de abril de 2003, Madre Eugênia foi beatificada na Praça de São Pedro em Roma. Fonte:www.vatican.va/ news_services/liturgy/saints/ ns_lit_doc_20030427_ravasco_po.html 4 “Fazei tudo o que Ele vos disser.” (Jo 2,5) SITE: www.comunidadeami.com.br Informativo da Comunidade Âmi - DEZEMBRO.2018 Durante o advento, despertou no meu coração uma grande saudade de Deus. O meu espírito ansiava por Deus com toda força do meu ser. Nesse tempo o Senhor concedeu-me muitas luzes, para conhecer os Seus atributos. O primeiro atributo que o Senhor me deu a conhecer foi a Sua santidade. Essa santidade é tão elevada que tremem diante d`Ele todas as potestades e virtudes. Os espíritos puros cobrem o seu rosto e mergulham em incessante adoração, e têm apenas uma palavra para expressar a maior honra, isto é - ¨Santo¨... A santidade de Deus derrama-se sobre a Sua Igreja e sobre toda a alma que nela vive, embora nem sempre com a mesma intensidade. Existem almas inteiramente divinizadas, enquanto há outras que apenas vivem. O Senhor concedeu-me também o conhecimento do segundo atributo - o da Sua justiça. E esta é tão imensa e penetrante que atinge o fundo do ser e tudo diante d`Ele é manifesto em toda a nudez da verdade, e nada Lhe pode resistir. O terceiro atributo é o Amor e a Misericórdia. E compreendo que o Amor e a Misericórdia é o maior atributo. É ele que une a criatura ao Criador. E reconhece-se este imenso amor e o abismo da misericórdia na Encarnação do Verbo, na Sua Redenção; e foi aqui que reconheci que este é o maior atributo em Deus. VÉSPERA DO NATAL Hoje uni-me intimamente a Nossa Senhora e revivi as suas experiências mais íntimas. À noite, antes da cerimônia da fração do pão ázimo, entrei Do Diário de Santa Faustina na capela e em espírito partilhei o pão ázimo com os meus mais queridos, e pedi a Nossa Senhora graças para elas. O meu espírito estava todo imerso em Deus. Durante a Missa do galo, vi na Hóstia o Menino Jesus, e meu espírito mergulhou n´Ele. Embora fosse uma pequena Criança, a Sua majestade penetrava na minha alma. Senti-me profundamente invadida por este mistério; esse grande rebaixamento de Deus, esse inconcebível despojamento. Durante todo o Natal eu sentia isso vivamente na minha alma.Oh! nunca compreenderemos essa grande humilhação de Deus! Quanto mais reflito sobre isso... Carlos Magno vencera os saxões, e Wittikind, o valente chefe dos vencidos, descontente com os seus deuses, pois era pagão. Quis, estudar ocultamente a religião cristã. Para isso foi disfarçado, à residência do Imperador em Paderborn. E como era o Dia de Páscoa, todos foram à Igreja; então Wittikind, envolto no seu manto, entrou no sagrado recinto e, escondido atrás de uma coluna acompanhou com grande interesse as cerimônias da Santa Missa. Até então, nunca vira tão deslumbrante solenidade! A Igreja ricamente ornamentada e profusamente iluminada; o sacerdote com preciosos paramentos; ao lado do altar, um rico trono para o imperador; que se achava rodeado dos grandes da corte; o canto harmonioso do povo, enfim, tudo o impressionava profundamente.Não se cansava de admirar o admirável espetáculo. Mas, a sua admiração chegou ao auge quando, chegando o momento da Santa Comunhão, o sacerdote voltouse e mostrou ao povo uma pequena Hóstia branca. Wittikind , fixando-a com aten- ção viu-a se transformar em uma linda criança, amável, de sorriso divinal! O sacerdote se adiantava e colocava a criança nos lábios do Imperador e em seguida nos lábios de todos os que se aproximavam da Santa Mesa. Wittikind ficou assombrado! Quis falar, quis gritar! E o mais impressionante é que a criança nos lábios de algumas pessoas ia alegre, e triste, chorosa mesmo, aos lábios de outras. Wittikind, não atinando com o que via, e perturbado, procurou o imperador para O Menino Jesus na Santa Hóstia pedir-lhe explicações. Contou-lhe o que presenciara durante a Santa Missa, e Carlos Magno então lhe explicou o grande mistério da nossa Santa religião, dizendo-lhe: "Vistes , o que nós cristãos vemos com a fé. A linda criança que o sacerdote tinha nas mãos, é o menino Jesus nascido em Belém. É o Filho de Deus que se fez homem por amor de nós, e depois morreu em uma cruz para nos salvar, e ressuscitou ao terceiro dia, três dias depois de morto. E, para patentear-nos ainda mais o seu amor, instituiu o Santíssimo Sacramento do altar, onde está realmente presente debaixo das espé- cies de pão e de vinho. Ele mesmo deseja entrar em nosso coração e quando este está isento de pecados e ornado de boas obras, o Menino Jesus repousa com prazer. Se, porém, o coração está manchado de pecados, Jesus entra sim, mas contrariado e triste". Então o príncipe exclamou: "Como é bom o vosso Deus. Quero também me tornar cristão para receber esse lindo e amável menino!" Foi batizado e viveu santamente, oferecendo sempre a Jesus um coração puro. Extraído do livro : Leituras Eucharisticas-1935- Ed. Vozes Frei Mariano Wintzen-OFM http://www.universocatolico.com.br/ A Imagem Impossível O nicho está vazio, mas… A história a seguir pode parecer inacreditável, mas é verdade. Embora não haja uma imagem de Nossa Senhora no nicho acima do altar da capela do Santuário de Nossa Senhora de Lourdes, em Alta Gracia (Argentina), podemos ver sua imagem, mesmo que o nicho em questão esteja realmente vazio. Ambos, cristãos e não-cristãos, que se visitam o santuário, testemunham que vêem a imagem. Aparece até mesmo em fotografias e é claramente visível a partir da entrada da frente. Então, estranhamente, ela desaparece gradualmente enquanto nos aproximamos do altar. Esta capela, construída e abençoada em 1927, tinha uma imagem de Nossa Senhora de Lourdes em um nicho acima do altar. Em agosto de 2011, a imagem foi removida do nicho para ser restaurada. Os irmãos Carmelitas Descalços, posteriormente, emitiram um comunicado afirmando que "a aparição da imagem da Virgem não tem, até o momento, uma explicação lógica. Nós interpretamos isso como um sinal para aumentar e aprofundar a fé cristã do povo de Deus." Fonte: www.paroquianossasenhoradasdores.com “... Unidos de Coração...” (At 2,46) SITE: www.comunidadeami.com.br Informativo da Comunidade Âmi - DEZEMBRO.2018 5 Akiane é considerada uma menina prodígio e sua mãe Forelli Kramarik conta a cada entrevista que dá a canais de TV, sobre a arte da filha e seu relacionamento com Deus. A sra. Kramarik conta como que sua família inteira não acreditava em Deus e se converteu a Cristo por causa das visões que Akiane começou a ter com a idade de 4 anos. São essas visões e conversas com Deus, que conduzem Akiane em sua arte. Akiane tem uma rotina diferente: levanta às quatro horas da madrugada diariamente para orar e então pintar. Em uma entrevista que deu a Life News quando Akiane era pequena ela disse, descrevendo suas experiências: "Todas as manhãs e todas as noites, converso com Deus. É como se fosse uma voz na minha mente conversando comigo". AkianeKramarik, a menina que todos os dias fala com Deus e pintou um quadro de Jesus Aos oito anos de idade, Akiane sonhou com Jesus e queria muito pintar a imagem Dele. Durante muito tempo buscou um modelo apropriado para pintar sua imagem, de forma que se encaixasse nas características da visão. Sobre isto ela diz que: "Por muito tempo, eu procurei um modelo de Jesus no Colorado, porém não consegui achar nenhum. Então, nos mudamos para Idaho e orei a Deus: 'Se Você quer que eu pinte este modelo de Jesus, por favor, tragao à porta da minha casa'". Então, passados dois dias, um carpinteiro apareceu bem na porta de sua casa. Ele era exatamente perfeito como modelo para a sua pintura, pois se encaixava em suas visões. E ainda tinha a peculiar profissão de carpinteiro, profissão de Jesus e de seu pai, José. Sobre isso, afirmou numa entrevista: "Foi tão maravilhoso! E ele concordou em servir de modelo para minha pintura". Akiane deseja que todos possam amar a Deus e amar uns aos outros, e seu objetivo de vida aparece no sentido de compartilhar com todos do amor de Ela intitulou a pintura de "Príncipe da Paz" Deus, levando essa mensagem de fé e esperança a todo planeta por meio de sua arte. Grande parte do que arrecada com suas obras é revertida em prol dos mais necessitados. Ela tem feito expressivas contribuições de caridade para aliviar a pobreza e a fome, sobretudo, entre crianças. Akiane é também uma poetisa muito elogiada e fala russo, lituano e inglês e há pouco tempo começou a fazer aula de piano. Ainda na entrevista que deu a Life News, Akiane contou que estuda somente em casa, pelo método homeschooling (educação escolar em casa) e raramente vê televisão. Com relação à sua educação, ela comenta: "Adoro estudar só em casa. Assim, tenho mais tempo para orar, pintar, escrever, passar tempo com minha família e brincar com meu irmãozinho bebê e meu cachorro. Eu realmente gosto do homeschooling". Numa entrevista para a Rede Record em que Akiane tinha 12 anos, em 2006, ela tinha três irmãos e sua mãe estava grávida novamente e já tinha lançado dois livros. Fonte: espacojames.com.br Abaixo veja algumas de suas pinturas incríveis: Assessoria Empresarial Ltda & SCA Contabilidade R: Nilo Peçanha, 3371 F: 3253 3844 / 352 0416 / 99929552 Curitiba - PR e-mail: audicontab@netbank.com.br Aud Contab 6 “Fazei tudo o que Ele vos disser.” (Jo 2,5) SITE: www.comunidadeami.com.br Informativo da Comunidade Âmi - DEZEMBRO.2018 EishamAshiq, filha de Asia Bibi, agradeceu recentemente as orações e o trabalho realizado pela libertação de sua mãe e assegurou que, quando encontrá-la, irá abraçá-la e chorarão juntas. Em um vídeo enviado à Fundação Pontifícia Ajuda à Igreja que Sofre (ACN) e publicado em 9 de novembro, Eisham assinalou: "Ainda não encontrei minha mãe, mas estou muito feliz por ela ter sido libertada". "Quando a encontrar, certamente vou abraçá-la com força e chorar com ela". Filha de Asia Bibi: Quando encontrar minha mãe, vou abraçá-la e choraremos juntas EishamAsiq, em uma coletiva organizada por HazteOir.org para a libertação de Asia Bibi "Sei que estão todos muito felizes com a libertação de minha mãe. Obrigada por todas as suas orações", expressou. Asia Bibi permaneceu oito anos presa e condenada à morte no Paquistão, falsamente acusada de blasfemar contra o Islã. No Paquistão, blasfemar contra o Islã pode levar à pena de morte e, muitas vezes, os cristãos foram falsamente acusados de cometer este crime. Para evitar a pena, oferecem-lhes que se convertam muçulmanos. Asia Bibi trabalhava recolhendo frutas da cidade de Sheikhupura, perto da capital Lahore, no Paquistão. Em junho de 2009, um grupo de muçulmanas a acusou de contaminar a água por ser cristã. Diante dos ataques, Asia respondeu aos insultos contra sua fé dizendo: "Eu acredito na minha religião e em Jesus Cristo que morreu na Cruz pelos pecados da humanidade. O que fez seu profeta Maomé para salvar a humanidade?". No dia seguinte, uma multidão atacou a sua família e ela foi levada a uma delegacia de polícia por "segurança". Logo depois, foi acusada de blasfêmia contra o Islã. Defender Asia Bibi e buscar reformas na lei de blasfêmia do Paquistão em 2011 causou a morte de ShahbazBhatti, também católico e então ministro federal para as minorias religiosas. Depois de várias prorrogações, finalmente em 31 de outubro deste ano, a Corte Suprema do Paquistão absolveu Asia Bibi. Em 7 de novembro, Asia Bibi finalmente foi libertada e transferida a um lugar seguro. Em 20 de novembro, graças a uma iniciativa da ACN junto com o Patriarcado de Veneza e autoridades civis, vários lugares da cidade italiana serão iluminados de vermelho, para homenagear os cristãos perseguidos e, especialmente, Asia Bibi. Fonte: www.acidigital.com A partir do momento em que o ventre materno passa a abrigar uma nova vida humana, o útero deixa de ser um assunto privado para ser de interesse de toda a sociedade. Equipe ChristoNihil Praeponere "A mulher não é um útero a serviço da sociedade". Foi com uma frase rasteira dessas que um conhecido ministro do Supremo Tribunal Federal voltou a defender esta semana um suposto "direito" das mulheres a abortar os próprios filhos. Ora, que a mulher não seja o próprio útero é algo tão óbvio quanto ela não ser o seu esôfago, o seu coração ou o seu cérebro. A parte não é o todo, sim; mas "o todo sem a parte não é todo" também. Cada órgão exerce a sua fun- ção e tem a sua importância no corpo humano. Se o esôfago ajuda na alimentação, o cora- ção bombeia sangue para todo o corpo e o cérebro comanda todas as atividades do organismo, o útero, por sua vez, abriga novas vidas. A diferença é que o esôfago, o cérebro e o coração são comuns a todo ser humano, ao passo que o útero - Os úteros das mulheres e as togas dos magistrados e com ele a maternidade - é privilégio das mulheres, e de ninguém mais. Mas o que a humanidade deveria ver - e durante muito tempo realmente viu - como um privilégio é visto por esse ministro como um fardo. Por isso, não espanta que ele defenda justamente o oposto da maternidade: ao invés de dar a vida, as mulheres deveriam ter o direito de "dar a morte" a seus filhos; ao invés de dá-los à luz, seria a hora de dá-los "às trevas", por assim dizer. Dito neste termo, o argumento soa estranho, para não dizer maluco. Mas é a única forma de descrever o aborto como ele realmente é. Não se trata apenas de um debate sobre o útero feminino, sobre uma parsviscerummatris, isto é, sobre uma "extensão" do corpo da mulher. Estão em jogo aqui os direitos fundamentais de outra pessoa, e é o próprio ministro defensor do aborto que admite o fato em seu discurso. A partir do momento em que o ventre materno passa a abrigar uma nova vida humana, o útero deixa de ser um assunto privado para ser de interesse de toda a sociedade. Não sem razão o aborto consta na seção de crimes contra a vida do Código Penal, ao lado do homicídio, do infanticídio e do auxílio ao suicídio. (Todos os termos com o radical "cídio", do verbo latino occido, querem dizer "matar".) Não sem razão a nossa Constituição Federal, da qual os ministros do STF deveriam ser "guardiões" (cf. art. 102, caput), diz com todas as letras que é inviolável o direito à vida (cf. art. 5.º, caput). Ora, se uma simples lesão corporal, aos olhos do Direito, merece ser punida por representar uma agressão não só contra um indivíduo, mas contra a sociedade em geral, quanto mais um ato como o aborto, que dá fim nada menos do que à vida de outrem! Mas se as leis humanas reconhecem que ninguém pode matar, por que falar, então, de um "direito ao aborto"? Se o próprio ministro em questão reconhece que há um "conflito de direitos" envolvido aqui, como entender que ele não defenda o valor fundamental de todo o ordenamento jurídico e lhe sobreponha, ao invés, um suposto direito à "autonomia individual da mulher", que nem na Constituição está escrito? Desde quando a "autonomia" de uma pessoa pode trucidar (literalmente, neste caso) a vida de outra? Se a liberdade de uma mulher é um valor superior à vida do nascituro, o que impede outra mãe de matar seu filho recém-nascido, ou mesmo qualquer um de matar, e sair impune por isso? A resposta é simples. O aborto é um direito porque o ministro assim o quer (e, poderíamos acrescentar, "depois da investidura, ele não deve satisfação a mais ninguém"). Ponto e acabou: é o império do voluntarismo de toga. Para adaptar-se às ideias de um juiz, à sua visão de Direito, à utopia feminista que ele mesmo criou, todos os entraves no caminho se transformam, por um passe de mágica, em instrumentos a seu dispor. A Constituição não fala de direito fundamental à autonomia da mulher? Extraiamo-lo, pois, de uma interpretação livre do texto constitucional. O Código Civil fala de direitos do nascituro? Submetamo-los a outro direito, que nós mesmos inventamos, sob o pretexto de aplicar um malfadado princípio de "proporcionalidade". O Código Penal criminaliza o aborto? Não pode ser, é inconstitucional! A interpretação que eu mesmo fiz da Constitui- ção prova que o aborto tem de ser descriminado… Rumo a essa ideia, que só existe na cabeça de um magistrado que se crê acima de tudo e de todos, caminha à força uma nação inteira. O juiz que é contra os úteros "a serviço da sociedade" usa uma toga a serviço de sua própria causa ideológica… e ninguém tem nada com isso. Fonte: www.padrepauloricardo.org “... Unidos de Coração...” (At 2,46) SITE: www.comunidadeami.com.br Informativo da Comunidade Âmi - DEZEMBRO.2018 7 Deu um "luminoso testemunho do Evangelho". Assim o Papa Francisco referiu-se no Angelus (4/11), à Madre Clélia Merloni: "Ontem, na Basílica de São João de Latrão, foi proclamada Beata Madre Clélia Merloni, fundadora das Irmãs Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus. Uma mulher totalmente entregue à vontade de Deus, zelosa na caridade, paciente nas adversidades e heroica no perdão. Agradecemos a Deus pelo luminoso testemunho do Evangelho da nova Beata, e sigamos o seu exemplo de bondade e de misericórdia. Um aplauso à nova Beata….!" Clélia Merloni, nasceu em Forli, Itália, em 10 de março de 1861. Sua mãe, Maria Teresa Brandinelli, morreu quando Clélia tinha três anos de idade. Seu pai, Joaquim Merloni, um rico industrial, se casou com Maria Giovanna Boeri, que, com sua avó, ensinoulhe muito sobre a fé e ajudou Clé- lia a desenvolver uma personalidade forte e confiante. Em 1876, Clélia começou seus estudos no internato das Filhas de Nossa Senhora da Purificação, em Savona, mas saiu após um ano, por ter adoecido. Ela foi educada em casa, em línguas estrangeiras e piano. Seu pai planejava uma vida de luxo e casamento para ela, mas seu único desejo era a vida religiosa. Em 1883, ela entrou na Congregação das Filhas de Nossa Senhora das Neves (Savona) como Ir. Albina, mas voltou novamente para casa depois de apenas quatro anos, devido às delibitações com sua saúde. Em 1892, Clélia entrou na Congregação das Filhas de Nossa Senhora da Providência em Como, onde se dedicou à vida religiosa com alegria e zelo. Depois de uma recuperação aparentemente milagrosa da tuberculose no final de uma novena ao Sagrado Coração de Jesus e ao Imaculado Coração de Maria, ela compreendeu que o desígnio de Deus sobre sua vida era fundar uma Congregação religiosa de Irmãs consagradas ao Sagrado Coração de Madre Clélia (Beatificada em 3/11/2018) Jesus que se dedicaria ao bem dos pobres, dos órfãos e dos abandonados, e que ofereceria suas vidas de boas obras para a conversão dos pecadores. (Para Clélia, este último significava especialmente a salvação da alma de seu pai que era ateísta e pertencia à maçonaria). Em 30 de maio de 1894, na Igreja de São Francisco, em Viareggio, Clélia, foi apresentada junto com duas companheiras como as primeiras Apóstolas do Sagrado Coração de Jesus. Nascia uma nova Congregação. O Instituto cresceu rapidamente. Clélia abriu uma escola infantil, uma casa para idosos e um orfanato, tudo graças ao generoso apoio financeiro de seu pai. À medida que o número de Irmãs crescia, as obras se multiplicavam, também fora de Viareggio. Com a morte de seu pai, em San Remo, em 27 de junho de 1895, Clélia tornou-se a única beneficiária de seu patrimônio. Sua conversão do leito de morte foi o fruto das orações e sacrifícios de Clélia ao longo de muitos anos. Infelizmente, a expansão resultante de suas obras foi abruptamente interrompida após três anos, quando o padre que administrou as finanças, depois de ter perdido muito dinheiro com a indevida administração de seus bens, fugiu para a França com os fundos restantes. A falência for- çou as Apóstolas a abandonar suas inúmeras obras, também na cidade de Viareggio. Pela Divina Providência, Madre Clélia teve a oportunidade de conhecer o Bispo de Piacenza, João Batista Scalabrini, que ajudou as Irmãs a saírem dessa delicada situação em que se encontravam. Em 1900, ela enviou as Apóstolas em missão, para ajudar os imigrantes italianos que se instalavam no Brasil, e dois anos depois para Boston (EUA). Madre Clélia e 18 Apóstolas professaram votos na Catedral de Piacenza em 11 de junho de 1900. Apesar da alegria de sua consagração, bem como do sucesso ministerial que resultou da colaboração com o Bispo Scalabrini, a luta interna crescia entre as Irmãs. Dois grupos distintos se formaram na mesma congregação - aqueles que queriam permanecer com o carisma fundacional e aquelas que se inclinavam para o da congregação do Bispo. Além disso, Madre Clélia tornou-se ví- tima de calúnia após a falência e processos legais subsequentes. Não querendo acusar publicamente o sacerdote que anteriormente havia administrado mal e roubado o dinheiro da Congrega- ção, ela culpava a si mesma, o que a levou a incompreensão. Ela já não era consultada sobre questões relativas à governança da Congregação, o título do Instituto foi alterado e foram publicadas novas Constituições, às quais a Congregação para Religiosas impôs conformidade. Em 28 de fevereiro de 1904, pelo decreto do Vaticano, Madre Clélia perdeu o título de Superiora Geral com a aprovação da autoridade para a Madre Marcelina Viganò. Depois de um ano, a Madre Clélia foi reintegrada, mas três investigações apostólicas seguiram, e Madre Clélia foi mais uma vez retirada do cargo com um decreto da Sagrada Congregação dos Religiosos, em 13 de setembro de 1911. Numerosos pedidos da Madre Clélia para rever o seu caso ficaram sem resposta à medida que a discórdia na Congregação crescia e as Irmãs leais à Madre Clélia foram desligadas da Congrega- ção. Sozinha e considerando-se um obstáculo para a paz da comunidade, Clélia decidiu deixar o Instituto que havia fundado em vez de vê-lo despedaçado por discórdia. EXÍLIO. ÊXODO E RETORNO 1916-1928 Período de grande aprofundamento espiritual, oração e fortalecimento de sua espiritualidade! Em julho de 1916, ela come- çou um período muito difícil de exílio; Gênova, Turim, Roccagiovine e Marcellina foram os passos ao longo do caminho para o Calvário. Seu nome tornou-se desconhecido para sucessivas gerações de Apóstolas; foi proibido a corresponder-se com ela ou enviar qualquer meio de apoio. Em 16 de agosto de 1920, Madre Clélia escreveu ao Papa, implorando a sua reintegração na Congregação que ela havia fundado. Somente em 7 de março de 1928, foi autorizado o seu retorno. Já envelhecida e bastante fraca, passou os últimos dois anos de sua vida em um quarto muito distante da comunidade, mas conjugado ao coro da capela. Esses anos foram marcados por uma intensa oração, uma terna caridade para com todos os que ela conheceu, e uma oferta plena ao Coração Eucarístico de Jesus para a salvação das almas. Acima de tudo, seu espírito de perdão era uma marca de sua requintada caridade, purificada pelo fogo que brilhava como uma extraordinária pérola, especialmente quando ela era objeto de injustiça grave e calúnias infundadas. MORTE CORPO INCORRUPTO Madre Clélia morreu em Roma, em 21 de novembro de 1930, e foi enterrada no cemité- rio Campo Verano. Em 18 de julho de 1943, durante a Segunda Guerra Mundial, aviões aliados bombardearam a área em torno da estação de trem em San Lorenzo, chegando também ao cemitério de Verano, onde muitas sepulturas foram destruídas e danificadas. Esperando o fim da guerra em 1945, começou a busca para encontrar os restos da Fundadora, em meio à devastação. Dias depois, os trabalhadores encontraram o caixão de Madre Clélia ainda selado, que foi trazido a presença da Superiora Geral para a sua abertura. O corpo de Madre Clélia estava incorrupto. A partir desse momento, começou uma procissão ininterrupta de Religiosos para o Cemitério de Verano para ver o corpo da Madre. Muitas pessoas foram lá confiantes em sua intercessão, tocando o seu corpo e agradecendo. Em 20 de maio de 1945, solenidade de Pentecostes, o corpo de Madre Clélia foi solenemente carregado na procissão fúnebre para a igreja dedicada a Santa Margarida Maria Alacoque, na Casa Geral. Os restos foram colocados na parede direita da Igreja da Casa Geral. Em sua lápide foi inscrita a seguinte frase: "Madre Clélia Merloni, fundadora do Instituto das Apóstolas do Sagrado Cora- ção de Jesus. O Coração Divino foi a luz da sua existência. O pobre, o oprimido, o infeliz, o seu palpitar mais terno. Ela viveu a pureza , a simplicidade e a caridade". Fonte: http:// www.apostolas-pr.org.br 8 “Fazei tudo o que Ele vos disser.” (Jo 2,5) SITE: www.comunidadeami.com.br Informativo da Comunidade Âmi - DEZEMBRO.2018 QUER RECEBER NOSSO INFORMATIVO PELO CORREIO? LIGUE (41) 3657-4285 ANIVERSARIANTES DEZEMBRO.2018 A TODOS OS ANIVERSARIANTES DESEJAMOS MUITA, PAZ E ALEGRIA! PARABÉNS!!!! DIA ANIVERSARIANTE 0 3 ....... Augusto Nicolau Ratusnei 0 8 ....... Ana Maria Jacowiski 1 3 ....... Alcides Rigotti 1 5 ....... Rosângela Ferreira Lopes 1 6 ....... Elmira de Andrade 1 6 ....... Francisca Mendes Camilo Soares 2 3 ....... Luciane Trevisan Franco 2 4 ....... Paulo Rodolfo Gardini 2 5 ....... Domingas de Jesus Ferreira 2 7 ....... Verônica VanildeWojcik MILAGRE QUE POSSIBILITOU A BEATIFICAÇÃO DE MADRE CLÉLIA O milagre que passou por minuciosa análise é brasileiro e teve início em 14 de março de 1951. A história do milagre começa quando o médico brasileiro Dr. Pedro Ângelo de Oliveira Filho foi, repentinamente, atingido por uma progressiva paralisia dos quatro membros e foi hospitalizado, com urgência, no Hospital Santa Casa de Misericórdia de Ribeirão Preto. O diagnóstico foi de paralisia ascendente progressiva, chamada síndrome de Landry ou GuillainBarré. Em dias, a paralisia piorou para insuficiência respiratória aguda e atingindo a glote, causando grande dificuldade em engolir. O prognóstico era ruim, dada a gravidade da doença e os remédios da época insuficientes para a cura. Tanto que os médicos suspenderam os tratamentos e, em 20 de março, informaram a família que seria a última noite do paciente. Dada a situação, Angelina Oliva, esposa, se encontrou com a Irmã Adelina Alves Barbosa para pedir orações. A religiosa deu-lhe uma novena de Madre Clélia, com uma foto contendo um pedaço do tecido do véu que ela usava. Irmã Adelina, juntamente com Angelina, seus filhos e outros parentes começaram a rezar. Irmã Adelina aproximou-se do paciente e deu-lhe água, onde colocou a pequena relíquia. O paciente estava muito doente, mas conseguiu engolir um pouco daquela água. Depois de alguns minutos perceberam que ele conseguia engolir e não perdia mais a saliva. Irmã Adelina tentou dar-lhe uma colher de água e ele bebeu, depois colocou dois dedos de água num copo e fez com que ele bebesse. Por último, colocou leite no copo e ele bebeu sem problemas. Todos ficaram maravilhados com a rápida melhora, tanto que a religiosa foi à cozinha para preparar um creme e Pedro Ângelo engoliu com facilidade. O médico chegou de manhã e, ao ver o paciente curado, exclamou que era um milagre. A melhora foi progressiva e, dentro de 20 dias, Pedro Ângelo caminhava normalmente. No dia 6 de maio, recebeu alta do hospital porque a cura foi completa, permanente e sem sinais dos sintomas. Pedro Ângelo morreu em 25 de setembro de 1976 devido a uma parada cardíaca, portanto, por uma causa completamente diferente de sua doença anterior e após vinte e cinco anos da sua recuperação milagrosa. Fonte: www.usc.br “Jesus escondido” era a expressão com que os Pastorinhos designavam o Santíssimo Sacramento da Eucaristia: o Corpo, Sangue, Alma e Divindade de Cristo. O Francisco gostava de passar horas esquecidas junto do Sacrário em colóquio com Jesus. Quando, com a sua prima Lúcia, se dirigia para a escola recomendava-lhe: «Olha, tu, vai à escola. Eu fico aqui na Igreja, junto de Jesus escondido. Não me vale a pena aprender a ler; daqui a pouco vou para o Céu. Quando voltares, vem por cá chamar-me.» E no regresso, ali o encontrava em recolhida oração. Doente, o pequeno Francisco dizia à Lúcia: «Olha, vai à Igreja e dá muitas saudades minhas a Jesus escondido. Do que tenho mais pena é de não poder já ir a estar uns bocados com Jesus escondido.» Com que ansiedade o Francisco esperou o momento da sua Primeira Comunhão! Acamado e gravemente debilitado, tentou erguer-se para se sentar na cama, mas não conO Jesus Escondido de Francisco Beato Francisco Marto, Pastorinho de Fátima seguiu. Momentos depois, o Senhor Sacramentado descia à sua alma, e o Francisco quedou-se em contemplação a consolar o divino Hóspede. Depois de comungar, disse para sua irmãzinha Jacinta: «Hoje sou mais feliz do que tu, porque tenho dentro do meu peito a Jesus escondido!» Esta comunhão com Deus, já o Francisco a tinha experimentado em 1916, nas Apari- ções do Anjo que lhe dera a beber do Sangue do Cálice que trazia. - A mim e à Jacinta, que foi que ele nos deu? - Foi também a Sagrada Comunhão, respondeu Jacinta. - Eu sentia que Deus estava em mim, mas não sabia como! – disse o Francisco. E prostrando-se por terra, permaneceu por largo tempo, com a sua irmã, repetindo a oração do Anjo: “Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo: adoro-Vos profundamente (…)” Saibamos olhar para o pequeno Francisco de Fátima, o grande apaixonado e consolador de Jesus escondido na Eucaristia e aprendamos com ele a adorar Nosso Senhor, no Santíssimo Sacramento do Altar. Fonte: http:// freifrancisco.blogspot.pt/2012/08/ jesus-escondido.html